Novidades

15 ABR
Covid-19: montadoras fazem hospital e consertam respiradores e ambulâncias

Covid-19: montadoras fazem hospital e consertam respiradores e ambulâncias

Manutenção de respiradores feita pela FCA (Divulgação/Fiat)

Com suas atividades fabris paralisadas em razão da pandemia da Covid-19, as fabricantes automotivas estão envolvidas em ações para ajudar no combate à doença provocada pelo coronavírus.

Flexibilizar prazos de manutenção dos carros de clientes, além de emprestar veículos às equipes de profissionais da saúde, fabricar equipamentos de proteção individual e até consertar respiradores estão entre as medidas tomadas pelas fabricantes de veículos.

Cada vez mais focada em veículos eletrificados, a marca oferece higienizadores com álcool em gel em seus pontos carregamento no estado de São Paulo.

A marca alemã também doou cestas básicas a um projeto social que atende crianças e adolescentes na região da fábrica de Araquari, em Santa Catarina.

A exemplo de outras montadoras, a BMW trabalha no reparo de respiradores em parceria com o Senai-SC.

A empresa presta homenagem aos profissionais de diversas áreas (alimentação, limpeza, saúde, segurança, transporte) que seguem em atividade durante a pandemia.

A campanha veiculada nas redes sociais da Caoa Chery também será transmitida na televisão.

Hospital de campanha montado no Fiat Clube em Betim (MG) (Divulgação/Fiat)

A dona das marcas Fiat e Jeep cedeu o espaço do Fiat Clube, em Betim (MG), para a instalação do hospital de campanha, que já funciona com mais de 120 leitos de enfermaria.

A empresa também participa da construção de outro hospital semelhante em Goiana, cidade pernambucana onde está sediada a fábrica da Jeep.

Em outra ação, doou duas ambulâncias para essas cidades, além de ter cedido dez veículos em regime de comodato para a Prefeitura de Betim e 120 protetores faciais para o Hospital João XXIII (de um total de 2 mil que serão distribuídos a outras instituições de saúde).

A FCA ainda trabalha na manutenção de respiradores artificiais que estavam inutilizados.

Além de ajudar na manutenção de respiradores, a Ford emprestou veículos para auxiliar o trabalho da Cruz Vermelha e convocou funcionários para produzir cerca de 50 mil máscaras protetores a profissionais da saúde que lidam diretamente com pacientes infectados pelo coronavírus.

Voluntários da GM ajudam a consertar respiradores (Divulgação/Chevrolet)

A empresa tem auxiliado na recuperação de cerca de 3 mil respiradores inoperantes e no empréstimo de veículos a equipes de profissionais da saúde. A GM também promoveu doações de alimentos e produtos de higiene.

A Honda Motos da Amazônia, em parceria com o Governo do Amazonas, trabalha no desenvolvimento de respiradores artificiais.

Já a Honda Automóveis, em Sumaré (SP), conta com a ajuda da LAC (empresa especializada em equipamentos médicos) para higienizar e recuperar respiradores inoperantes.

Transporte Solida?rio Hyundai (Hyundai/Divulgação)

A empresa coreana doou equipamentos de proteção individual e emprestou veículos para algumas cidades transportarem profissionais de saúde e idosos que precisam se deslocar para compromissos essenciais, como idas a pontos de vacinação drive thru e farmácias.

Em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia e a Universidade de São Paulo, a empresa alemã trabalha no desenvolvimento e produção de novos respiradores com componentes automotivos para serem destinados a hospitais no estado de São Paulo.

Também vem produzindo máscaras de proteção para serem distribuídas aos órgãos de saúde.

A empresa responsável pelas marcas francesas Citroën e Peugeot vem fabricando protetores faciais aos profissionais da saúde de unidades hospitalares da região do Complexo Industrial de Porto Real (RJ).

A marca francesa vem fabricando máscaras de proteção, fornecendo veículos à Defesa Civil do Paraná e consertando respiradores. A empresa ainda tem feito reparos em ambulâncias inoperantes e a manutenção gratuita daquelas em operação.

 

 

A fabricante de caminhões também se ofereceu para consertar respiradores artificiais e produzir máscaras de proteção de acetato para profissionais da saúde.

A marca japonesa, em parceria com o Senai, também auxilia na manutenção de respiradores artificiais, além de ter doado quatro ambulâncias e 30 mil frascos de álcool gel para o governo do estado de São Paulo.

Além de doar 2 mil máscaras de proteção, a Volkswagen emprestou 100 veículos para órgãos de saúde das cidades onde estão suas fábricas no Brasil: São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José dos Pinhais (PR) e Taubaté (SP).

Também doou máscaras de proteção e disponibilizou mão de obra gratuita e peças a preço de custo no reparo de veículos da marca pertencentes às secretarias de saúde de São Paulo e Paraná.

Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de abril da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

21 DEZ
Fiat Weekend e Doblò deixaram de ser produzidos

Fiat Weekend e Doblò deixaram de ser produzidos

Vendido no Brasil desde 2001, Doblò se despede das linhas de produção (Divulgação/Fiat) A idade média dos carros da Fiat vai subir com o fim da produção de dois modelos veteranos. De acordo com o site Autopapo, a Weekend (ou Palio Weekend, como queira) teve sua produção encerrada na fábrica de Betim (MG). Já de acordo com o site Autos Segredos, o Doblò também não sairá mais da fábrica mineira. O Doblò teve sua produção... Leia mais
20 DEZ
Taxistas perdem ação contra a Uber e terão que pagar R$ 380.000

Taxistas perdem ação contra a Uber e terão que pagar R$ 380.000

Manifestação de taxistas em frente a Câmara Municipal de São Paulo, durante a votação para a legalização do Uber (Fernando Moraes/Veja SP) Desde junho de 2014, quando a Uber iniciou suas atividade no Brasil, os taxistas se revoltaram diante da aparente desigualdade de condições e de uma concorrência dita por eles como desleal. Com o objetivo de reparar os danos morais e financeiros sofridos, 30 taxistas de São Paulo entraram com... Leia mais
20 DEZ
Para 2018, o Volvo XC90 fica mais luxuoso e ainda mais seguro

Para 2018, o Volvo XC90 fica mais luxuoso e ainda mais seguro

Novo Volvo XC90 fica ainda mais seguro na linha 2018 (Divulgação/Volvo) Faltando alguns dias para a virada do ano, a Volvo estreou a linha do maior SUV da gama, o XC90. Para a linha 2018, o modelo ganhou novos itens de segurança e a versão T8 híbrida agora oferece sete lugares, como o restante da linha. Tradição em veículos da marca sueca, o XC90 ficou ainda mais seguro com dois novos recursos de série em todas as versões. O... Leia mais
20 DEZ
Porsche cria alternativa barata aos freios cerâmicos

Porsche cria alternativa barata aos freios cerâmicos

Novo sistema de freios custa 1/3 dos carbocerâmicos (Divulgação/Porsche) A terceira geração do Porsche Cayenne está mais sofisticada. Tem, por exemplo, eixo traseiro esterçante, amortecedores adaptativos (que se adaptam às irregularidades do piso) e controle dinâmico de chassi. Mas um carro tão grande e que se destaca pelo bom desempenho (a versão intermediária S, com 446 cv, chega aos 100 km/h em menos de 5 segundos) precisa... Leia mais
20 DEZ
Monster Jam traz carros gigantes com 1.600 cv ao Brasil

Monster Jam traz carros gigantes com 1.600 cv ao Brasil

Carros esmagados e cenas espetaculares: o Monster Jam teve lotação esgotada em SP (Fernando Pires/Quatro Rodas) Americanos sabem fazer espetáculo. Da lista de músicas selecionadas para animar o público às atrações para todas as idades, tudo é feito para entreter espectadores de todas as idades. Com o Monster Jam não é diferente. O torneio de monster trucks (picapes com rodas enormes que esmagam carros e qualquer coisa à frente)... Leia mais
19 DEZ
Grandes Comparativos: Ford x VW nos tempos da Autolatina

Grandes Comparativos: Ford x VW nos tempos da Autolatina

Os 14 carros reunidos: a união entre Ford e Volks durou de 1987 a 1996 (Marco de Bari/Quatro Rodas) Juntar forças para se tornar mais competitivo no mercado já era uma realidade na indústria automotiva em 1987. Naquele ano, Volkswagen e Ford se uniram para criar a Autolatina, a fim de otimizar custos, dividir tecnologia e produzir automóveis gêmeos. Porém a incompatibilidade de gênios das duas empresas provocou o fim da joint venture... Leia mais