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31 MAR
Longa Duração: Mitsubishi Outlander tem conforto mesmo com lotação máxima

Longa Duração: Mitsubishi Outlander tem conforto mesmo com lotação máxima

Revisado, e mais silencioso, Outlander viajou pelo Brasil (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Durante recente passagem por Brasília (DF), o Mitsubishi Outlander fez uma visita não programada à concessionária Nara.

Lá, adquirimos (por R$ 30) uma presilha lateral do cinto de segurança, que havia quebrado, e pedimos a troca da película dos vidros (a que estava no carro era demasiadamente escura), além de uma verificação do microfone do sistema multimídia.

Após um dia em serviço, pegamos o carro de volta, com película (R$ 360) e presilha (R$ 30) novas.

“Sobre o microfone, más notícias. Ele está inoperante e, como é incorporado à central, será necessário pedir a troca do conjunto todo à fábrica, em garantia”, disse a consultora.

Como a revisão dos 20.000 km já se aproximava, deixamos para resolver o caso nela. Ela chegou e foi o que fizemos. Mas… Aos 20.000 km, o carro encostou na paulistana Casarini.

Repassamos o posicionamento da autorizada de Brasília e pedimos uma verificação de ruídos na traseira e dos sistemas de alerta de colisão e de frenagem autônoma, ambos com casos de ativações desnecessárias reportados no diário.

Na devolução, surpresa: “Fizemos um reaperto da suspensão e os ruídos sumiram. Os alertas autônomos e a central multimídia foram atualizados e estão perfeitos”, disse o técnico da Casarini.

Pagamos R$ 1.395 pela revisão e outros R$ 250 pelo alinhamento.

Revisado, o Outlander encarou um intenso roteiro de férias do repórter Henrique Rodriguez. De São Paulo, ele seguiu para o Rio de Janeiro. Depois, partiu para as mineiras Tiradentes e Belo Horizonte.

Em seguida, retornou para o Rio de Janeiro e, finalmente, São Paulo, totalizando uma rodagem de 3.000 km. Nos três dias em que rodou em Minas Gerais, o Outlander teve suas prestações familiares colocadas à prova.

“Enquanto estive em Belo Horizonte, o carro rodou com sete pessoas. Graças ao trilho da segunda fileira, todos tiveram algum conforto e a suspensão se mostrou mais silenciosa, mesmo nas ruas de pedra das cidades históricas mineiras. Mas a turma do fundão reclamou da baixa eficiência do ar-condicionado na terceira fila de bancos”, diz Henrique.

Segundo ele, o microfone da central, de fato, está perfeito (portanto, o pedido da troca era desnecessário), mas o alerta de colisão e da frenagem autônoma continuam com ativações desnecessárias.

 

Fonte: Quatro Rodas

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