Novidades

06 MAR

Confirmado: Salão do Automóvel fica para 2021 e pode até sair de São Paulo

A Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores) e a Reed Exhibition, organizadora do evento, confirmaram nesta sexta-feira (6) o adiamento da 60ª edição do Salão do Automóvel de São Paulo, prevista para ocorrer em novembro de 2020, para 2021, ainda sem data definida.

A informação havia sido antecipada em primeira mão por QUATRO RODAS na última quarta (4).

Em seu pronunciamento, o presidente do órgão, Luiz Carlos Moraes, apontou que a decisão foi tomada “em consenso” entre todas as fabricantes associadas, por discordâncias com os atuais custos e formato do evento.

Entretanto, o martelo definitivo só teria sido batido na noite da última quinta-feira (5).

Moraes apontou que os detalhes sobre data, local e formato do novo Salão ainda estão sendo definidos. Inclusive, há chances de que o evento não ocorra em São Paulo. “Tudo está na mesa [de negociações]”, disse o executivo.

Com o cancelamento do Salão de Buenos Aires do ano passado, também por questões de custos, a Anfavea passou a defender que a América Latina realize apenas uma mostra automotiva a cada biênio.

Também conforme adiantado por QUATRO RODAS, a Reed planeja organizar outro evento, com outro formato, para o mesmo período. O formato, porém, ainda está sendo definido e validado.

Durante o anúncio, a Anfavea divulgou dados do impacto econômico do Salão de São Paulo para as fabricantes.

De acordo com o presidente da Anfavea, todas as fabricantes investem, juntas, de R$ 250 milhões a R$ 300 milhões no evento. Os custos por marca variam de R$ 4 milhões a R$ 20 milhões, mas já chegou a R$ 30 milhões em 2016.

Os gastos com a organizadora e a estrutura do estande foram apontados como os mais altos, seguidos por estrutura (contratação de empresas para estande, logística, limpeza, atendimento, recepção, segurança etc), eventos (coletivas de imprensa, shows, agências e contratação de celebridades) e, por fim, organização de trânsito junto à CET (companhia de trânsito da cidade de São Paulo).

Ao mesmo tempo, conforme divulgado pela entidade, o evento geraria um retorno de R$ 320 milhões em movimentação financeira para a cidade (hotéis, restaurantes, voos, consumo em geral e serviços de transporte), gerando cerca de 30.000 empregos temporários.

A cada edição, são esperados cerca de 750.000 visitantes.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais