Novidades

02 MAR
Chevrolet Cobalt sai de linha para dar espaço a Onix Plus e Tracker

Chevrolet Cobalt sai de linha para dar espaço a Onix Plus e Tracker

Chevrolet Cobalt LTZ, de R$ 69.990, era a única versão do sedã disponível (Divulgação/Chevrolet)

A Chevrolet encerrou a produção do Cobalt. O sedã que deixará de ser oferecido tão logo seus estoques cheguem ao fim. E a culpa disso é dos novos carros da marca.

Por quase nove anos o Chevrolet Cobalt representou a marca no então novo segmento dos sedãs compactos premium. Agora que qualquer sedã compacto tem porte semelhante, ele perdeu sua razão de existir.

Versão LTZ tem rodas aro 15 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Entre eles está o novo Chevrolet Onix Plus, o substituto do Prisma. Em nota, a fabricante explica que desde o lançamento do novo sedã compacto vem percebendo a migração dos clientes de um carro para o outro. Em 2019 o Cobalt vendeu menos que o Cruze, 13.113 unidades contra 17.829.

Veja a nota na íntegra:

“A GM informa que a produção do Cobalt foi encerrada e que as vendas do produto seguem até fim dos estoques. Desde o lançamento do Onix Plus, a empresa vem constatando uma migração dos consumidores de sedãs compactos da marca para o novo modelo, que oferece alta performance combinada com eficiência energética, além de novas tecnologias, como internet a bordo, assistente de estacionamento, seis airbags de série, além de amplo espaço interno.”

Quadro de instrumentos e central multimídia do Cobalt ficaram datados após a estreia do Onix Plus (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Por certo, este já era um movimento esperado. No final de junho de 2019 (2 meses antes do lançamento do Onix Plus) o Cobalt perdeu a versão topo de linha Elite, restando apenas a LTZ 1.8 (sem bancos revestidos de material que imita couro, nem volante revestido de couro, frisos cromados e sensores de chuva e crepuscular) para o público e as LTZ e LT com motor 1.4 para frotistas.

Porta-malas de 563 litros era recordista no segmento (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O velho motor 1.8 8V de 111 cv passava, de fato, longe da eficiência do 1.0 12V turbo de 116 cv do Onix Plus, que também entrega mais equipamentos na mesma faixa de preço (R$ 70.000). Ainda assim, o Cobalt tem maior entre-eixos (2,62 m contra 2,60 m) e aquele que era o maior porta-malas da categoria, com 563 litros (contra 462 litros no Onix Plus). 

O fim da produção do Cobalt abriu espaço para a produção da nova geração do Chevrolet Tracker na fábrica de São Caetano do Sul (SP). A unidade teve sua capacidade produtiva aumentada de 250.000 para 330.000 carros anuais no último ano para receber o modelo que antes chegava importado do México.

Nova geração do Tracker já está em produção e começa a ser vendido no final de março (Rodrigo Ronconi/Quatro Rodas)

O novo Tracker começa a ser vendido na segunda quinzena de março. Ele terá uma ampla gama de versões, desde a versão 1.0 turbo (116 cv) manual) até a Premier com motor 1.2 turbo de 133 cv e preço de R$ 113.600.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais