Novidades

16 JAN
Teste: VW Golf GTE acelera quase como um GTI fazendo mais de 40 km/l

Teste: VW Golf GTE acelera quase como um GTI fazendo mais de 40 km/l

Mudanças estão concentradas na metade inferior do para-choque (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Hambúrgueres vegetarianos podem parecer um contrassenso.

Afinal, são o resultado de um trabalho hercúleo para que a indústria tente mudar hábitos dos carnívoros sem enfiar chicória na dieta da população preocupada com o impacto do consumo exagerado de carne.

As rodas aro 16 são exclusivas e calçam pneus de baixa resistência (Fernando Pires/Quatro Rodas)

O Golf GTE, que chega ao Brasil em clima de despedida, não é muito diferente.

O esportivo híbrido plug-in foi a forma encontrada pela marca para oferecer aos entusiastas o desempenho de um GTI ao mesmo tempo que se preocupa com os pandas e o degelo do permafrost.

Motor elétrico fica montado entre o 1.4 e o câmbio (Fernando Pires/Quatro Rodas)

O esportivo será vendido em um lote único de 99 unidades (para baratear sua homologação), pelo preço de R$ 199.990.

Quem ainda encontrar um na concessionária terá a rara oportunidade de comprar um zero-quilômetro fora de linha, já que a produção do Golf GTE se encerrará assim que as últimas encomendas do hatch forem entregues.

Som tem controle por gestos e interior usa apliques azuis (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Importado da Europa, o GTE tem o freio de estacionamento elétrico e o multimídia controlado por gestos que o Golf brasileiro abriu mão, mas o pacote de equipamentos mistura os faróis de led automáticos com chave comum, sem sistema presencial.

Visualmente há para-choque com um chamativo “C” formado por leds, rodas e logotipos exclusivos, além dos icônicos bancos xadrez que trocaram as linhas vermelhas por azuis. Mas a grande diferença fica escondida pela carroceria pintada unicamente na cor azul Atlantic.

Bateria é carregada em 3h45 numa tomada 220 V (Fernando Pires/Quatro Rodas)

O motor 1.4 a gasolina de 150 cv é associado a um elétrico de 102 cv, ainda que a potência combinada pare nos 204 cv. Mas a grande sacada é que a bateria de 8,8 kWh permite que o GTE rode até 50 km (ciclo NEDC) sem necessidade de combustível.

Isso permite que o Golf priorize o motor elétrico em quase todas as situações no modo híbrido, que só aciona o 1.4 quando o acelerador é pressionado até o fim, quando a bateria se esgota ou é usado o modo esportivo GTE.

Conector não permite recargas rápidas (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Falando nisso, em nossos testes o GTE acelerou de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos, pouco mais do que os 6,7 s registrados em nosso teste com o GTI. Mas o ronco, mesmo encorpado eletronicamente, não tem os tons graves e os estampidos do 2.0 turbo.

Mais interessante é o baixíssimo consumo, que varia conforme o modo de condução (veja na tabela abaixo) e ainda abre a possibilidade para que você fuja do posto se houver uma garagem por perto.

Porta-malas diminuiu por conta da bateria (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Em nossa pista, o Golf GTE fez 19,3 km/l em ciclo urbano e incríveis 41 km/l no rodoviário.

Mesmo assim, será difícil encontrar alguém tão preocupado com o meio ambiente a ponto de gastar R$ 200.000 em um carro que vai sair de linha e já teve sua nova geração revelada.

O Golf GTE seria uma excelente opção para quem busca desempenho sustentável se não fosse pelo detalhe que ele já é um carro fora de linha.

 

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

04 NOV
Hennessey Venom F5 quer fazer 484 km/h e bater o Bugatti Chiron

Hennessey Venom F5 quer fazer 484 km/h e bater o Bugatti Chiron

Ele usa motor V8 twin-turbo e tem tração traseira (Hennessey/Divulgação) Caríssimo e com um enorme – e complexo – motor W16 8.0 com quatro turbos, o Bugatti Chiron é um alvo que todos os superesportivos do mundo querem abater. O Koenigsegg já conseguiu bater seu recorde de aceleração de zero a 400 km/h e frenagem total. Agora o Hennessey Venon F5 quer superar os dois. Design foi pensado em prol da aerodinâmica... Leia mais
04 NOV
Teste: Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 – A versão que faltava

Teste: Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 – A versão que faltava

O Creta 1.6 Pulse Plus não tem faróis com leds diurnos (Pedro Bicudo) Lançado em dezembro passado, o Hyundai Creta perdeu a versão Pulse 2.0, de R$ 92.490. Era a única opção entre a Pulse 1.6, de R$ 86.740, e a Prestige, de R$ 100.990.  Mas não fazia sentido. Além do motor mais potente, a Pulse 2.0 tinha a mais faróis do tipo projetor e luzes diurnas de leds integrada, saídas de ar-condicionado para o banco traseiro e abertura e... Leia mais
03 NOV
Guia de usados: Toyota Camry

Guia de usados: Toyota Camry

Camry de quinta geração: o irmão maior e mais luxuoso do Corolla (Marco de Bari/Quatro Rodas) Conforto, potência e confiabilidade. Essas são as palavras-chave para quem escolhe o Toyota Camry, o automóvel de passeio mais vendido nos EUA nos últimos 15 anos – e 90% deles ainda rodando por lá. No Brasil, ele foi alçado à categoria de sedã executivo, com imponência suficiente para brigar com o triunvirato alemão Audi A4, BMW... Leia mais
03 NOV
Qual é a influência do peso no consumo de um automóvel?

Qual é a influência do peso no consumo de um automóvel?

Não tem segredo: quanto maior o peso, maior será o consumo de combustível (Jonas Tucci/Quatro Rodas) Qual é a influência do peso no consumo de um automóvel? Um passageiro a menos reduz em quanto o consumo? – Natan Junior, Curitiba (PR) A influência é direta: quanto mais pesado estiver o veículo, maior será o gasto de combustível para uma mesma rota e perfil de condução. Como explica Clayton Zabeu, membro da Comissão Técnica... Leia mais
03 NOV
Comparativo: Novo Polo 1.6 x Up! TSI, briga de irmãos

Comparativo: Novo Polo 1.6 x Up! TSI, briga de irmãos

O Up! é 37 cm menor, mas o Polo é mais gastão e anda menos (Leo Sposito/Quatro Rodas) A Volkswagen se gaba por ter a maior gama de hatches do Brasil. São cinco: Up!, Gol, Fox, Polo e Golf dividem o espaço nas lojas, os clientes e até a faixa de preços. Hoje, um Up! TSI parte de R$ 54.350 e o Polo 1.6, que não tem nome específico de versão, começa em R$ 54.990. Esta diferença só diminui se você quiser os dois mais equipados, como... Leia mais
03 NOV
Ford Focus RS recebe freio de mão hidráulico para facilitar drift

Ford Focus RS recebe freio de mão hidráulico para facilitar drift

Freio de mão vendido como acessório é similar ao usado em ralis (Reprodução/Ford) A Ford está obcecada para fazer do Focus RS uma máquina de fazer drifts – a manobra em que o carro faz curvas de lado, pendulando a traseira de forma controlada. Primeiro o hatch esportivo ganhou um “modo drift”, que altera vários parâmetros de motor, câmbio, bloqueio de diferencial e do controle de estabilidade para facilitar a manobra.... Leia mais