Novidades

06 DEZ
Longa Duração: como se saiu a rede Mitsubishi na na 1ª revisão do Outander

Longa Duração: como se saiu a rede Mitsubishi na na 1ª revisão do Outander

Pouco antes da revisão, Outlander foi até Lorena, no interior paulista (Eduardo Campilongo/Quatro Rodas)

Nosso piloto de testes Eduardo Campilongo é um dos principais responsáveis por acompanhar os carros de Longa Duração durante as revisões programadas.

Edu é quem costuma agendar a revisão, levar o carro até a concessionária e, depois, passar na oficina Fukuda Motorcenter, onde nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, vistoria os serviços prestados pelas concessionárias.

Ao cuidar da primeira revisão do Outlander, Edu disse: “A cordialidade me fez lembrar do padrão Toyota. Quando recebeu o carro, a consultora da MitNorth deu total atenção às minhas queixas”.

As tais queixas eram quatro: banco do motorista com uma discreta folga entre o assento e o trilho (o condutor sente que o banco se desloca discretamente para a frente e para trás), acabamento da soleira inferior da porta dianteira esquerda solta, necessidade de abertura manual da tampa elétrica do porta-malas e microfone do sistema viva-voz inoperante.

Pela revisão (troca de lubrificante do motor, filtros de óleo, combustível e ar-condicionado e aditivos para diesel e lavador do para-brisa), pagamos menos que o valor sugerido pela Mitsubishi, R$ 1.039 ante R$ 1.108.

Desembolsamos ainda R$ 250 por alinhamento, balanceamento e rodízio.

São valores compatíveis com o que pagamos na primeira revisão do Jeep Compass turbodiesel de Longa Duração, desmontado em fevereiro de 2019.

No entanto, há uma diferença entre o plano de manutenção dos dois jipões: enquanto as revisões do Compass são a cada 20.000 km, no Outlander ocorrem a cada 10.000 km.

Apesar da cordialidade, veio a decepção após dois dias de serviço. A soleira da porta continuava solta e foi reencaixada na hora da retirada e a folga do banco e o funcionamento elétrico parcial da tampa traseira foram considerados como característica do Outlander.

“Muitos donos reclamam dos mesmos pontos. Reajustamos o banco, mas ele realmente tem um pequeno deslocamento. A tampa traseira está normal. É só pelo botão interno que a tampa funciona de modo automático na abertura e no fechamento. Por fora, ela só é elétrica para fechar. É estranho, mas é assim mesmo”, disse a técnica.

O microfone, que a consultora da MitNorth disse ter reparado, segue inoperante. E olha que testamos com celulares com sistema Android e iOS.

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

05 ABR

Mercedes-Benz convoca recall de 12 modelos por ruptura na direção

A Mercedes-Benz convocou um recall envolvendo 822 unidades divididas entre 12 modelos diferentes: C 180 (sedã e cupê), C 200, C 250 (sedã e cupê), C 300 (sedã, conversível e perua), C 63 S AMG cupê, E 250 e E 300 (sedã e cupê). A falha está na caixa de direção. De acordo com a marca, uma inconformidade técnica pode resultar em uma fissura na trava interna da caixa de direção quando o veículo estiver em manobras com esterçamento máximo e contínuo da direção, com... Leia mais
05 ABR

Teste do especialista: qual protetor de tecido funciona melhor no carro?

Há dois caminhos para limpar a sujeira dos bancos: comprar um jogo de capas ou aplicar um impermeabilizante (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)Para proteger os bancos da sujeira só há dois caminhos: comprar um jogo de capas ou aplicar um impermeabilizante – que não deixa água e sujeira penetrarem na trama do tecido. Além de 60% mais barata, a segunda opção pode resolver o problema de vez sem prejudicar a estética. Durante os testes, o especialista Roberto Forestieri elencou os três... Leia mais
05 ABR

Clássicos: Farus Quadro sonhava em ser Ferrari usando base de VW Santana

Nem japonês, nem americano, nem alemão: este trem é mineiro (Christian Castanho/Quatro Rodas)Fundada em 1978 por Alfio e Giuseppe Russo em Belo Horizonte, a Farus (acrônimo de “Família Russo”) atravessou a década de 80 produzindo esportivos de tração traseira e motor central de origem Fiat, Volkswagen e Chevrolet. Pouco comum na época, esse grau de refinamento técnico não foi adotado no cupê Quadro, apresentado em 1989 com o esquema mecânico convencional de motor e tração... Leia mais
05 ABR

Com suspensão de Bolsonaro, plano de colocar radares em 4 trechos da BR-156 é adiado

A instalação de novos radares para controlarem a velocidade de veículos em trechos da BR-156 que atende quatro municípios do Amapá ficou mais difícil de acontecer. Com a suspensão da implantação de novos equipamentos pelo país na segunda-feira (1º), por ordem do presidente Jair Bolsonaro, o plano do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) teve de ser adiado. O Amapá deveria ter ativos oito radares de controle de velocidade, que foram contratados pela... Leia mais
05 ABR

Impressões: Aventador SVJ, o Lamborghini mais rápido da história

O novo sistema de aerodinâmica ativa aumentou o downforce em 40% (Divulgação/Lamborghini)Quando um fabricante de superesportivos planeja uma versão mais veloz e radical de um modelo de linha, a receita costuma ser sempre a mesma: aumentar a potência e baixar o peso.Mas a Lamborghini resolveu ir além quando pensou na evolução do já nervoso Aventador LP750-4 SV (SuperVeloce): um cuidado com a aerodinâmica como nunca se viu na marca.O resultado é o Aventador SVJ, uma obra de arte de... Leia mais
05 ABR

Guia de Usados: Honda CR-V traz confiabilidade do Civic em corpo de SUV

A partir da linha 2015, o CR-V ganhou nova frente, com luzes de led (Christian Castanho/Quatro Rodas)O Honda CR-V é um dos carros mais queridos pelas famílias brasileiras. Lançada em 2012, a quarta geração manteve o padrão de conforto, espaço e robustez que por algum tempo fizeram dele o importado mais vendido da categoria.A versão mais procurada é a top EXL 4×4, que traz airbags laterais e de cortina, controle de estabilidade VSA, assistente de saída em rampas HSA, bancos de couro,... Leia mais