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03 DEZ
Eclipse Cross: agora, o Mitsubishi de design controverso é nacional

Eclipse Cross: agora, o Mitsubishi de design controverso é nacional

 

Depois da picape Triton e do SUV ASX, Eclipse Cross é o modelo mais vendido da marca no Brasil, com 2.157 unidades entre janeiro e novembro de 2019 (Divulgação/Mitsubishi)

Terceiro modelo mais vendido da Mitsubishi do Brasil, o Eclipse Cross passou a ser fabricado na fábrica da empresa em Catalão (GO). A fábrica anunciou hoje a nacionalização do modelo.

Com 2.157 unidades vendidas entre janeiro e novembro de 2019, o SUV cupê perde apenas para os também nacionais picape Triton e SUV ASX.

Até agora, o Eclipse Cross era comercializado em apenas duas versões, ambas importadas: HPE-S (R$ 153.990) e HPE-S S-AWC (R$ 161.990), com a segunda se diferenciando apenas pela tração 4×4. Agora, a família cresceu.

A estreia do Eclipse Cross nacional marca também a chegada de duas novas versões com preços mais em conta: a GLS (R$ 129.990) e a HPE (R$ 144.990). Por ora, apenas as novas variantes sairão de Catalão, mas a empresa afirma que a nacionalização das versões mais caras é só uma questão de tempo.

Painel do Eclipse Cross quebra o estilo ultraconservador da marca (Divulgação/Quatro Rodas)

Uma fonte ligada à marca informa que isso ocorrerá já no primeiro semestre de 2020. A descida do preço não tem a ver apenas com a nacionalização da produção, obviamente. Cada nova versão abriu mão de equipamentos.

Com a nacionalização, a estreou também a nova gama de versões. A GLS é a de entrada (Divulgação/Mitsubishi)

A nova versão nacional entrega airbags frontais, laterais, de cabeça e de joelho (para o motorista), controles de estabilidade e tração, piloto automático, acionamento automático de faróis e limpadores de para-brisa, ar-condicionado digital automático, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, multimídia com quatro alto-falantes, tela de 7 polegadas, Apple CarPlay e Android Auto e rodas de liga leve aro 18.

HPE é a nova versão intermediária da família (Divulgação/Quatro Rodas)

Também brasileira, oferece todos os itens da GLS mais detalhes cromados na carroceria (portas e grade), para-choques com detalhes em preto brilhante e zona central prateada, retrovisores externos com rebatimento elétrico, ar-condicionado digital automático dual zone, bancos dianteiros de couro com ajuste elétrico (para o motorista), head-up display colorido, borboletas de câmbio no volante, freio de estacionamento eletrônico com auto-hold, chave presencial e multimídia com oito alto-falantes, tela de 7 polegadas, Apple CarPlay e Android Auto.

As HPE-S, nas variantes 4×2 e 4×4, seguem representando o topo da gama. Por ora, ainda são importadas, mas também serão nacionalizadas em 2020 (Divulgação/Mitsubishi)

Importada, por enquanto, a versão top de linha adiciona à GLS faróis de led com DRL, lavadores e facho alto automático, teto solar panorâmico duplo, limitador de velocidade, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, piloto automático adaptativo, monitoramento de veículos em ponto cego, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída involuntária de faixa.

O motor é sempre o mesmo, independentemente da versão. Trata-se de um quatro-cilindros 1.5 turbo, com 165 cv de potência máxima e 25,5 mkgf de torque. O câmbio também é único: uma caixa automática do tipo CVT, mas com simulação de 8 marchas.

Com 2.157 unidades vendidas de janeiro a novembro de 2019, o Eclipse Cross é o terceiro modelo de maior sucesso atualmente na Mitsubishi, perdendo apenas para a Triton e ASX.

Fonte: Quatro Rodas

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