Novidades

26 NOV

Saiba como comprar um carro no exterior

No exterior, é possível encontrar carros de luxo a preços mais baixos (iStock/Abril Branded Content)

Quem decide comprar um carro no exterior se depara, em geral, com uma boa surpresa: o preço. Não é novidade que o consumidor brasileiro enfrenta os impostos mais elevados do mundo na área automotiva. Sem contar os custos logísticos e de insumos que, invariavelmente, são repassados ao valor final do produto. 

Para se ter uma ideia, o preço de um carro popular no Brasil é o mesmo de carros de luxo em países como os Estados Unidos (EUA), conhecidos por sua cultura de venda de automóveis seminovos a valores baixos e onde, devido a fatores como impostos menores, eficiência de produção e a competitividade de um mercado dez vezes maior que o brasileiro, uma Ferrari chega a valer de 400 000 a 500 000 reais – enquanto, por aqui, sai por mais de 1 milhão de reais. 

Para realizar a compra – nos EUA e em diversos outros países estrangeiros –, é preciso apresentar documentos como comprovante de residência e passaporte. E o envio de dinheiro é simples: na plataforma da Remessa Online, o cliente escolhe a opção “pagamento de produtos e serviços” e faz o upload da invoice (nota fiscal), se já tiver recebido o bem, ou da proforma invoice, no caso de pagamento antecipado.

O montante remetido chega em até um dia útil ao seu destino. Para clientes com cadastro completo, o limite anual de envio é de 40% do patrimônio declarado no Imposto de Renda (IR).

Se o cliente optar por trazer o carro do exterior, o processo é um pouco mais complexo. Apesar de a forma de pagamento seguir sendo a mesma, é importante que o comprador verifique a idoneidade do vendedor no país de compra e esteja amparado por um despachante aduaneiro para cumprir com suas obrigações junto à Receita Federal antes de realizar as transações.

É preciso estar habilitado no Radar Siscomex – sistema que concentra todas as movimentações relacionadas a comércio exterior – e ficar de olho no limite do comprador: para pessoa física, a importação para consumo próprio é limitada à declaração de IR e quem é Microempreendedor Individual (MEI) ou cadastrado no Radar Express, por exemplo, pode importar até 50 000 reais por semestre. 

Não há incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e IR nesse tipo de operação via Remessa Online. Os impostos são apurados no desembaraço do bem na aduana. 

Vale lembrar também que a lei brasileira autoriza apenas a importação de modelos novos, zero-quilômetro, ou aqueles com mais de 30 anos, que recebem permissão para entrar legalmente no país como item de coleção. 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

31 JUL

Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina

A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para... Leia mais
30 JUL

O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão

O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem... Leia mais
30 JUL

Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros

– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,... Leia mais
30 JUL

QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018

Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e... Leia mais
30 JUL

Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil

Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian... Leia mais
30 JUL

Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan?

No inédito Audi RS 3 Sedan (e também no hatch) os pneus mais largos ficam no eixo da frente (Divulgação/Audi)Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan? Como isso melhora o comportamento em curvas? – Remulo Lemos, Belo Horizonte (MG)Pneus mais estreitos têm menor aderência e, com isso, maior probabilidade a escorregar lateralmente. “Se fossem usados quatro pneus nas mesmas medidas, o RS 3 teria tendência a sair de frente em saídas de curva durante... Leia mais