Novidades

11 NOV
Longa Duração: como foi a primeira visita do Tiggo 5X à rede Caoa Chery

Longa Duração: como foi a primeira visita do Tiggo 5X à rede Caoa Chery

Primeira revisão foi boa, mas erraram ao dispensar o rodízio (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Quando um carro passa pelo teste de Longa Duração, tem início uma múltipla avaliação. Buscamos oferecer sempre uma análise de sistemas isolados e também do veículo como um todo. Outro ponto considerado é a vida ao volante: se anda bem, se é beberrão, ruidoso.

Por fim, analisamos o pós-venda, já que, a cada parada para revisão, a gente conta tudo, da facilidade do agendamento à avaliação dos serviços prestados. Aos 10.000 km, chegou a hora da primeira visita à rede Caoa Chery.

O piloto de testes Eduardo Campilongo conta que todo o processo junto à concessionária Wei Motors foi bastante tranquilo e quase sem erros. “Não tive nenhuma dificuldade para agendar a revisão na data pretendida, o que tem sido cada vez mais raro, principalmente entre as autorizadas de São Paulo, por conta da alta demanda”, diz Edu.

Como a revisão incluía apenas troca de lubrificante do motor e filtros de óleo e combustível, o carro foi liberado no mesmo dia em que encostou. Com o consultor da Wei Motors, deixamos dois pedidos: realização de alinhamento, balanceamento e rodízio e uma verificação do câmbio que, por três vezes, ao dobrar uma esquina e iniciar a subida de uma ladeira íngrime, insistiu em manter a segunda marcha engatada.

Em uma das vezes, tal situação ocorreu com o editor de arte Fabio Black: “Ao realizar a manobra, a rotação elevou demais, enquanto o carro praticamente parou, por falta de força. Só quando aliviei o pé e o giro caiu, é que o câmbio engatou a primeira e o Tiggo subiu a rua”.

Na devolução do carro, o consultor da Wei disse: “Fizemos uma atualização do software do câmbio. Espero que o problema não volte a acontecer. Quanto ao alinhamento, balanceamento e rodízio, não fiz porque todas as medidas estavam dentro dos parâmetros e o nível do desgaste dos pneus estava equilibrado”. Pela revisão, pagamos o valor sugerido no site da Caoa Chery: R$ 397.

Em nossa checagem pós-revisão, no entanto, descobrimos que o rodízio deveria, sim, ter sido feito. “Com o auxílio de um profundímetro digital de precisão centesimal, medimos os pneus quando novos e após cada revisão em 12 pontos diferentes da banda de rodagem.

Ao medir os do Tiggo, vimos que os dianteiros, conforme esperado, estavam mais gastos do que os traseiros”, explica o editor de Longa Duração, Péricles Malheiros.

Vamos rodar por alguns dias para ver se o câmbio, de fato, voltou ao normal. De qualquer maneira, retornaremos à Wei para insistir no alinhamento, balanceamento e rodízio.

Consumo
No mês: 8,3 km/l com 24,1% de rodagem na cidade
Desde jul/19: 8,7 km/l com 22,1% de rodagem na cidade
Combustível: (flex) gasolina

Gastos no mês
Combustível: R$ 2.364
Revisão: R$ 397

Revisões
Até 60.000 km: R$ 3.391

Ficha Técnica
Versão: TXS 1.5 16V Turbo
Motor: 4 cilindros, dianteiro, transversal, 1.496 cm3, 16V, 150/147 cv a 5.500 rpm, 21,4/21,4 mkgf a 1.750/1.750 rpm
Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira

Seguro
R$ 2.844

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

31 JUL

Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina

A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para... Leia mais
30 JUL

O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão

O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem... Leia mais
30 JUL

Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros

– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,... Leia mais
30 JUL

QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018

Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e... Leia mais
30 JUL

Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil

Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian... Leia mais
30 JUL

Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan?

No inédito Audi RS 3 Sedan (e também no hatch) os pneus mais largos ficam no eixo da frente (Divulgação/Audi)Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan? Como isso melhora o comportamento em curvas? – Remulo Lemos, Belo Horizonte (MG)Pneus mais estreitos têm menor aderência e, com isso, maior probabilidade a escorregar lateralmente. “Se fossem usados quatro pneus nas mesmas medidas, o RS 3 teria tendência a sair de frente em saídas de curva durante... Leia mais