Novidades

27 OUT
Novo Honda Civic chegará ao Brasil com motor 1.5 turbo, a gasolina

Novo Honda Civic chegará ao Brasil com motor 1.5 turbo, a gasolina

A Honda confirmou nesta terça-feira (27) que a nova geração do Civic será equipada no Brasil também com o motor 1.5 VTEC turbo, de 174 cavalos de potência. O modelo, que foi apresentado nos Estados Unidos em setembro, será lançado no mercado brasileiro no 2º semestre de 2016. Porém, esta opção de motor "beberá" apenas gasolina, inicialmente.

Os 174 cv -- mesma potência declarada para o modelo nos Estados Unidos, onde foi desenvolvida a décima geração -- superam todas as opções de motor flex aspirado (sem sobrealimentação) à venda atualmente no Civic no Brasil.

O motor 1.8, o mesmo que equipa o SUV HR-V, tem 139 cv com gasolina e 140 cv com etanol, enquanto o 2.0 desenvolve 150 cv com gasolina e 155 cv com álcool.

No mercado norte-americano, o novo Civic também continuará contando com um propulsor aspirado 2.0 de 4 cilindros, que rende 158 cavalos.

Com injeção direta e controle eletrônico de sincronização e abertura das válvulas, a linha VTEC Turbo foi lançada no Japão no final de 2013. A fabricante estima que os motores com a tecnologia turbo porporcionam economia de 5% a 10% de combustível, em relação aos aspirados.

1.0 turbo
Os novos motores contam também com versões 1.0 (130 cavalos) e 2.0 (de 280 cavalos), que ainda não foram confirmadas no Brasil. "Este ainda será um outro passo", diz Sergio Bessa, diretor de Relações Públicas da Honda para a América do Sul. Apesar de a montadora não confirmar, uma possibilidade seria o 1.0 turbo substituir o 1.5 aspirado do Fit, que desenvolve 115 cv com gasolina e 116 cv com etanol.

Perguntado se poderia haver algum tipo de preconceito por parte do consumidor com a redução de volume dos motores, Bessa acredita que não, em virtude de os motores menores, porém tão ou mais potentes do que os de maior cilindrada, terem surgido primeiro em carros premium e de luxo. "Talvez se tivessem começado em carros de faixa de preço menor, houvesse algum desconforto, mas, como surgiram em carros premium, isso é entendido como algo moderno."

Primeiro contato
O executivo está no Japão, onde a montadora demonstrou os motores 1.0 e 1.5 turbo para a imprensa, na pista do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, em Tochigi. O 1.5 equipava a perua Jade, com câmbio CVT, mas com rendimento de 150 cv. Em uma volta na pista composta por duas retas e um trecho de oval, ele mostrou bom desempenho, mantendo-se abaixo de 3.000 rotações por minuto em velocidade compatível com a de rodovias, por exemplo.

Na época do lançamento da Jade, em maio passado, a Honda disse que o torque máximo desse propulsor era equivalente ao de um motor 2.4 litros aspirado, com a economia de combustível de um 1.5.

O 1.0 turbo foi experimentado em um Civic hatch - modelo que não é vendido no Brasil - também com câmbio CVT, um conjunto que não pareceu tão afinado quanto a combinação com o câmbio manual.

O que mudou no Civic
Com uma plataforma completamente nova nesta décima geração, o Civic ficou maior. São 5 cm a mais na largura e 3 cm no entre-eixos. Na altura, ele está 2,5 cm mais baixo. E no porta-malas, o volume aumentou quase 74 litros. Com as medidas, o espaço interno também aumento, e a posição de dirigir ficou mais baixa.

Veja cada geração do Civic na linha do tempo.

VÍDEO: TURBO, ASPIRADO... GUIA PRÁTICO DECIFRA A 'LÍNGUA' DOS MOTORES

 

GUIA PRÁTICO: ENTENDA A INJEÇÃO DIRETA

 

Fonte: G1

Mais Novidades

03 ABR

Objetivo não é pôr fim a radares, mas instalar onde velocidade causa acidentes, diz ministro

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou nesta quarta-feira (3) que o objetivo do governo não é acabar com os radares nas rodovias federais, mas, sim, instalar os equipamentos onde o excesso de velocidade causa acidentes. Tarcísio Freitas deu a declaração ao participar de uma audiência na Câmara dos Deputados. "São vários os motivos que causam acidentes, um deles é excesso de velocidade. Mas não é o único. Eu preciso colocar radar naqueles locais em... Leia mais
03 ABR

Venda de veículos novos sobe 11,4% no 1º trimestre de 2019, diz Fenabrave

A venda de veículos novos subiu 11,4% no primeiro trimestre, segundo dados da federação das concessionárias, a Fenabrave. Foram vendidos 607.612 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus de janeiro a março, contra 545.478 no mesmo intervalo de 2018. Só em março, foram comercializadas 209.183 unidades, alta de 0,9% na comparação com igual mês do ano passado, quando foram feitas 207.353 vendas. Motos Nos três primeiros meses de 2019 foram vendidas 258.725... Leia mais
03 ABR

Jeep Renegade vende mais que Kwid, Polo e Corolla em março

Jeep Renegade vem se destacando como SUV mais vendido de 2019 (Divulgação/Jeep)O primeiro trimestre de 2019 encerrou e o time dos otimistas está ganhando: a recuperação do mercado está se mostrando cada vez mais sólida.Entre autos de passeio e comerciais leves, foram emplacados 580.040 unidades, ante 527.195 no mesmo período de 2018 – um crescimento acima dos 10%.O Chevrolet Onix segue imbatível. Ignorando o fato de que vai mudar ainda este ano, o hatch da Chevrolet teve 18.279... Leia mais
03 ABR

50 anos depois, QUATRO RODAS volta a “produzir” lendário Puma GT 4R

Um Tiranossauro perseguindo um arremedo de Jeep é algo normal no Ladeira Abaixo (Fernando Pires/Quatro Rodas)Há cinco décadas QUATRO RODAS fez história ao mandar produzir um modelo exclusivo para seus leitores. Os três Puma GT 4R feitos sob encomenda foram sorteados em 1969 e se tornaram os únicos carros do mundo produzidos em série a pedido de uma revista. Mas agora o trio terá a companhia de um inédito GT 4R 2019.Nosso esportivo chega ao século 21 para participar do Red Bull... Leia mais
03 ABR

SP não amplia malha cicloviária desde 2016; Prefeitura diz que espera audiências públicas

A Prefeitura de São Paulo não aumenta a malha cicloviária da cidade desde 2016, incluindo ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) obtidos pelo SP1 por meio da Lei de Acesso à Informação. Em 2008, a malha cicloviária da capital somava 11 km de extensão; em 2016, saltou para 498 km. Desde 2017, no entanto, não ganhou mais nenhum trecho e os ciclistas denunciam falta de manutenção e conexão com outros modais de... Leia mais