Novidades

25 SET
Renault Kwid elétrico chinês é mais barato que o modelo vendido no Brasil

Renault Kwid elétrico chinês é mais barato que o modelo vendido no Brasil

Visual do K-ZE é exclusivo (Divulgação/Renault)

A Renault conseguiu alcançar o objetivo de criar um elétrico acessível com o Renault City K-ZE, versão movida a eletricidade do Kwid desenhada no Brasil.

O modelo, que havia sido apresentado no Salão de Xangai, começou a ser vendido na China pelo equivalente a R$ 36.000. Com ar-condicionado e direção assistida de série, o K-ZE custa R$ 3.590 a menos que o Kwid 1.0 Zen, versão mais em conta com esses equipamentos no Brasil.

Outra diferença visual é o uso de rodas com quatro parafusos (Divulgação/Renault)

Claro que, além da comparação deixar de lado os impostos entre os dois países, é preciso levar em conta o que o Kwid chinês não oferece, por exemplo, os airbags laterais que são de série no modelo nacional.

Para reduzir custos a Dongfeng-Renault, responsável pelo desenvolvimento e produção do K-ZE, também optou por usar um conjunto pequeno de motor e bateria.

O K-ZE usa um sistema multimídia exclusivo, maior que o Media NAV usado no Brasil (Divulgação/Renault)

O K-ZE usa um motor de 44 cv, distante dos 70 cv do Kwid nacional com etanol. O conjunto elétrico, porém, naturalmente se destaca quando o assunto é torque: 12,75 mkgf entregues de forma instantânea, enquanto nosso Kwid alcança, no máximo, 9,8 mkgf a 4.250 rpm.

Os conectores para recarga ficam ocultos sob o logotipo dianteiro (Divulgação/Renault)

A bateria de íon-lítio tem capacidade de 26 kWh; Como referência, o Renault Zoe vendido no Brasil usa um acumulador de 41 kWh nominais.

Segundo a marca, o K-ZE tem autonomia de 271 km, mas o valor considera o ciclo NEDC, menos rigoroso que o WLTP usado pelas fabricantes europeias. Outro limitante é a velocidade máxima de 105 km/h, restringindo o uso do carro apenas para deslocamentos urbanos.

À parte de diferenças no painel, boa parte do interior é similar ao Kwid (Divulgação/Renault)

Dotado de um conector para recarga rápida — ao contrário do Zoe vendido no Brasil —, o K-ZE precisa de 30 minutos para ir de 30 a 80% de carga da bateria em um carregador de 50 kW.

O K-ZE será o único “Kwid” vendido pela Renault na China, já que a versão a combustão não é oferecida por lá (Divulgação/Renault)

A simplicidade do K-ZE não é garantia que ele seria barato no Brasil. Como referência, o espartano Twizy não sairia por menos de R$ 50.000 no Brasil.

Logo, fica difícil imaginar o K-ZE por menos de R$ 100.000, um valor três vezes maior do que o cobrado pelas versões a gasolina.

Mas, se o Brasil está distante do Kwid elétrico, o mesmo não se pode dizer de seu visual. Flagras recentes revelam que a primeira reestilização do Kwid indiano será inspirada no visual do K-ZE. A tendência é que essa evolução venha para o Brasil, desde que a Renault consiga viabilizar o custo maior da dianteira de quatro faróis do modelo.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

17 SET
Volkswagen aprova adesão ao Programa de Proteção ao Emprego

Volkswagen aprova adesão ao Programa de Proteção ao Emprego

Os trabalhadores da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) aprovaram nesta quinta-feira (17) a adesão ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado pelo governo federal. A Volks é a segunda montadora a aderir ao programa. No final de agosto, a Mercedes-Benz, que também tem fábrica na cidade, aderiu ao PPE. Com isso, a marca também cancelou 1,5 mil demissões. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o acordo na Volkswagen prevê redução de 20% na jornada... Leia mais
17 SET
'Temos um abacaxi nas mãos', diz vendedor de extintor após mudança

'Temos um abacaxi nas mãos', diz vendedor de extintor após mudança

Com mais de 1 mil extintores tipo ABC para carros em estoque, o comerciante Homero Cardoso, de Itapetininga (SP), reclama estar “com um abacaxi nas mãos”. Em 1° de outubro passaria a valer uma lei nacional que obriga a presença do produto em veículos, mas 13 dias antes, nesta quinta-feira (17), o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu em reunião que o extintor será agora opcional. “Não só eu, mas todo o mercado desse produto temos esse abacaxi nas mãos. Investi... Leia mais
17 SET
Liberação de extintores surpreende comerciantes no Sul de Minas

Liberação de extintores surpreende comerciantes no Sul de Minas

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu em reunião nesta quinta-feira (17) que o uso do extintor de incêndio em carros não é mais obrigatório e a falta do equipamento não será considerada infração e nem resultará em multa. No Sul de Minas, a medida pegou de surpresa comerciantes, que acreditam que vão perder oportunidades de negócios. O comerciante Gustavo Costa Cunha, de Varginha (MG), lamentou a decisão. Por causa da alta procura pelo produto, que chegou a faltar... Leia mais
17 SET
Fim da obrigatoriedade de extintor para carros gera reclamação no Vale

Fim da obrigatoriedade de extintor para carros gera reclamação no Vale

O uso de extintor de incêndio vai passar a ser opcional para carros em todo país na próxima segunda-feira (21). A decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) acontece há duas semanas do fim do prazo para adequação à exigência de uso do extintor do tipo ABC. Com isso, motoristas que compraram o equipamento no Vale do Paraíba reclamam do prejuízo. O equipamento continua sendo exigido no país apenas para caminhões, caminhão-trator, micro-ônibus, ônibus, caminhonetes,... Leia mais
17 SET
Extintor de incêndio em carro deixará de ser obrigatório

Extintor de incêndio em carro deixará de ser obrigatório

 O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu em reunião nesta quinta-feira (17) que o  uso do extintor de incêndio em carros, caminhonetes, camionetas e triciclos de cabine fechadas, será opcional, ou seja, a falta do equipamento não mais será considerada infração nem resultará em multa. A entidade justifica que os carros atuais possuem tecnologia com maior segurança contra incêndio e, além disso, o despreparo para o uso do extintor poderia causar mais perigo para os... Leia mais
17 SET
GM pagará US$ 900 milhões em acordo judicial por carros com falhas

GM pagará US$ 900 milhões em acordo judicial por carros com falhas

A General Motors (GM) pagará US$ 900 milhões para selar um acordo judicial por seu fracasso em resolver os problemas em automóveis com defeitos no sistema de ignição e que deixaram ao menos 100 vítimas, anunciou nesta quinta-feira (17) o Departamento da Justiça dos Estados Unidos, informou a agência France Presse.   ESCÂNDALO NA GM Falha em carro gera mega-recall nos EUA entenda o caso ... Leia mais