Novidades

21 OUT
Sucessor do Renault Clio é flagrado no interior de São Paulo

Sucessor do Renault Clio é flagrado no interior de São Paulo

Recém-lançado na Índia, o Renault Kwid foi flagrado pela primeira vez no Brasil, pelo internauta Marcio Rogerio Roncaglia. As fotos foram feitas na cidade de Valinhos (SP). O subcompacto aparece com camuflagem leve, adesivado e com o logotipo da Renault coberto.

De acordo com Roncaglia, o modelo possuia direção do lado direito, assim como os modelos que rodam na Índia. "Já havia visto ele uma vez neste condomínio empresarial. Algumas empresas ali são fornecedoras de montadoras", comentou.

Mesmo com o disfarce, é possível ver traços da carroceria, portas e maçanetas, claramente inspirados no Sandero.

A maior diferença, contudo, está nos faróis, mais esguios e na traseira, com lanternas menores.

Nota da redação: o Kwid é a opção mais barata da Renault na Índia. Apresentado em maio, ele já é vendido por lá, a partir de 256 mil rúpias, o equivalente a R$ 15,3 mil, na cotação desta terça-feira (20).

Esta versão mais básica, porém, é extremamente despojada. A lista de ausências é maior do que a de itens de série. Se há ar-condicionado, faltam assistência na direção, vidros e travas elétricos, rádio, para-choques na cor do veículo, calotas e até saídas de ar centrais.  

A opção mais completa, RXT, custa o equivalente a R$ 21.011, e traz direção elétrica, vidros elétricos, faróis de neblina, airbag para o motorista, quadro de instrumento em dois tons, bagagito do porta-malas e até central multimídia MediaNAV.

Em todos os casos, o conjunto mecânico é o mesmo. O motor 0.8 litro de três cilindros desenvolve 54 cavalos. A transmissão é manual de cinco marchas. O compacto tem 3,68 m de comprimento, 2,42 m de entre-eixos e 1,58 m de largura. Em uma comparação com veículos de entrada no Brasil, ele é 7 cm mais comprido do que o Volkswagen Up, porém, 13 cm menor do que Fiat Uno e Renault Clio. No entre-eixos, fica na média do segmento. 

Procurada pela reportagem, a Renault não comentou o assunto. O G1 apurou que o modelo chega apenas no início de 2017, como sucessor do veterano Clio. Atualmente, o hatch é vendido em versão única, com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, por R$ 35.397.

O Kwid, no entanto, não deve ser tão equipado nas versões de entrada. Com objetivo de ser um modelo de volume, deve começar na casa dos R$ 30 mil, para brigar com as versões mais simples do Volkswagen Up e com o subcompacto que a Fiat deve lançar no ano que vem.

Mesmo com a proposta do baixo custo, o Kwid nacional deve ser mais refinado do que a opção indiana. Os retrovisores da versão indiana, por exemplo, com visual extremamente simplório, não devem ser utilizados no carro nacional.

Rodas presas com apenas três parafusos devem ganhar um reforço. Entre os equipamentos, o Kwid certamente ganhará airbags frontais e freios ABS para atender a legislação nacional. A central deve equipar apenas versões mais caras, no entanto.

A principal mudança, porém, será no "coração" do carro. O pequeno tricilíndrico de 799 cm³ deve dar lugar a um novo três cilindros, mas de 1 litro. Este motor, contudo, será desenvolvido pela Renault. Isso descarta a possibilidade da marca utilizar o motor semelhante que a Nissan adota na dupla March/Versa. Vale lembrar que a montadora francesa é dona da japonesa.

Fonte: G1

Mais Novidades

22 JAN

Diretoria da Renault discutirá sucessão de Carlos Ghosn na próxima quinta-feira

A diretoria da Renault deve se reunir na próxima quinta-feira (24) para nomear um comitê que substituirá Carlos Ghosn à frente da montadora francesa, informaram fontes ligadas ao caso. Ghosn está preso desde novembro acusado de violações e fraudes fiscais envolvendo a Nissan, bem como o uso de bens da empresa para benefícios particulares e cobrir prejuízos em investimentos pessoais. Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora Questionada pela AFP, a Renault... Leia mais
22 JAN

Audi convoca recall para A4 e A5 por risco de incêndio no motor

A Audi anunciou um recall envolvendo 5.379 carros divididos entre A4 e A5, todos fabricados entre 2012 e 2013, por risco de superaquecimento do motor. De acordo com a marca, partículas no líquido de arrefecimento do motor podem bloquear a bomba suplementar do sistema. Com isso, o motor pode superaquecer e resultar em um incêndio. Para corrigir o problema, a Audi atualizará o software da unidade de comando do motor que atua na desativação da bomba suplementar em caso de mau... Leia mais
22 JAN

Honda PCX 150 2019 chega ao Brasil com ABS por R$ 12.990

O Honda PCX 150, scooter mais vendido do Brasil, teve sua nova geração lançada no Brasil nesta terça-feira (22). Além de visual renovado, o modelo ganhou nova suspensão traseira, painel digital e agora passa a contar com freios ABS nas versões mais caras. Motos 2019: veja 25 lançamentos esperados Veja os preços do PCX 150 2019: PCX 150 CBS: R$ 11.620 (custava R$ 11.272)PCX DLX ABS: R$ 12.990 (custava R$ 11.778)PCX Sport ABS: R$ 12.990 (custava R$ 11.778) Lançado em... Leia mais
22 JAN

Honda SH 150i chega ao modelo 2019 com nova opção de cor

A Honda anunciou nesta terça-feira (22) a chegada do SH 150i 2019 às lojas da empresa no Brasil a partir de fevereiro. Sem mudanças técnicas, o scooter ganhou apenas a opção de nova cor cinza metálico. Veja os preços do SH 150i: SH 150i: R$ 12.700SH 150i DLX: R$ 13.210 Lançado em 2017 no Brasil, o SH 150i é uma opção mais completa e maior, comparado ao PCX 150, que é o scooter mais vendido do Brasil e será atualizado ainda este ano. No final do ano passado, a marca... Leia mais
22 JAN

História do Fusca nacional é tão confusa que até a VW se perde ao contá-la

Fuscas saem da fábrica da Volkswagen na Via Anchieta em 1957. Todos eles foram importados (Divulgação/Volkswagen)Você já viu essa foto por aí. Ela é divulgada há anos pela própria Volkswagen para ilustrar o início da fabricação nacional do Fusca na fábrica da Anchieta, em 1959. Mas não é isso que ela retrata.A foto realmente foi feita na fábrica da Anchieta, mas dois anos antes, em 1957 – ano marcado pelo início da fabricação nacional da Kombi.Esta cena retrata a entrega... Leia mais
22 JAN

Longa Duração: freios do Renault Kwid exigem cautela e cuidado extra

Freios do Kwid passarão por manutenção aos 30.000 km (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)Começou de maneira esporádica. “Tive a impressão de que a luz de alerta do sistema de freio piscou rapidamente no painel”, disse o repórter Gabriel Aguiar, após usar o Renault Kwid. “Também tive essa impressão”, comentou o piloto de teste Eduardo Campilongo.“Abri o capô e notei que o reservatório do fluido de freio estava com as paredes externas sujas. Conferi a tampa e, aparentemente,... Leia mais