Novidades

09 AGO
BMW traz X7 com grade enorme e tem um novo carro mais caro no Brasil

BMW traz X7 com grade enorme e tem um novo carro mais caro no Brasil

Seria esta grade maior que o para-brisa de um Kwid? (Divulgação/BMW)

A BMW aproveitou o M Festival, que acontece até o próximo domingo (11) no Autódromo de Interlagos para lançar novas versões e modelos. Mas quem mais chama atenção é X7, novo SUV topo de linha que faz sua primeira aparição no evento.

Em pré-venda, a versão xDrive50i M Sport é oferecida por R$ 619.950. O primeiro lote com dez unidades, inclusive, já está tetotalmente vendido.

X7 é o maior SUV da BMW. Briga com Audi Q7 e Mercedes GLS (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Está longe de ser o BMW mais caro do Brasil (M850i e o i8, que custam R$ 799.950, detinham o título até a chegada de outro modelo no mesmo evento, sobre o qual falaremos mais adiante).

Mas incorpora luxos que antes só estavam presentes no sedã Série 7, de R$ 774.950.

X7 tem 5,13 m de comprimento (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

De série, o X7 tem portas com soft close (sistema que “suga” as portas quando são fechadas), faróis a laser, faróis de neblina de leds, bancos dianteiros ventilados, com função massagem e ajustes elétricos, teto solar panorâmico, painel revestido de couro, teto revestido de Alcantara, suspensão a ar, rodas aro 22 e central multimídia com comandos por gestos.

Versão vendida no Brasil terá painel revestido de couro (Divulgação/BMW)

O modelo é vendido em versão de sete lugares e os passageiros das duas fileiras traseiras se beneficiam de mimos como ar-condicionado automático com cinco zonas independentes, cortinas nos vidros laterais traseiros, sistema de entretenimento individual, leitor de Blu-Ray e TV digital.

O som surround da Bowers e Wilkins cuida do resto.

Mesmo a terceira fila de bancos tem equipamentos sofisticados (Divulgação/BMW)

Cabe ao motor V8 4.4 biturbo de 462 cv e 66,2 mkgf a responsabilidade de mover o portentoso X7.

O câmbio é o automático de oito marchas conhecido de outros BMW e a tração, integral, combinada aos sistemas xOffroad e ao diferencial traseiro M Sport com bloqueio eletrônico. 

 (Divulgação/BMW)

O conjunto faz mágica para levar o SUV de 5,16 metros de comprimento, 1,99 m de largura, 1,80 m de altura e entre-eixos de 3,10 metros aos 100 km/h em 5,2 segundos.

Duro será lidar com a grade dianteira, tão grande quanto o próprio X7. E a tendência é que ela se espalhe pelos próximos BMW, a começar pelo Série 7 reestilizado.

Quem chega às concessionárias agora é o novo BMW Z4.

A versão sDrive30i M Sport, com motor 2.0 turbo de 258 cv estava em pré-venda por R$ 309.950. Agora, a BMW também passa a oferecer o M40i, com motor seis cilindros 3.0 de 340 cv. O preço? R$ 384.950. 

Z4 M40i (Divulgação/BMW)

Além do motor poderoso, a versão mais potente do roadster tem diferencial traseiro M Sport controlado eletronicamente, além de amortecedores adaptativos.

A BMW também apresenta o X2 na versão M35i, com o poderoso motor 2.0 turbo de 302 cv e 45,9 kgfm de torque. É o 2.0 mais potente da BMW e, ao mesmo tempo, o primeiro motor quatro cilindros de um carro da divisão Motorsport. 

 (Divulgação/BMW)

Tem tração integral com diferencial ativo M Sport na dianteira. Além disso, o câmbio automático de oito marchas tem controle de largada e os amortecedores são adaptativos.

O visual é incrementado pelas duas saídas de escape, pelos para-choques exclusivos e pelas rodas aro 20. 

BMW X3 M Competition (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Quer mais? O SUV médio X3 e a derivação acupezada X4 passarão a contar em 2020 com versões M, que custam R$ 526.950 e R$ 536.950, respectivamente.

Ambas são equipadas com o consagrado motor 3.0 de seis cilindros em linha de 480 cv e 61,2 mkgf.

Mas a alcunha de BMW mais caro do Brasil passa a pertencer, a partir de agora, à versão M760Li do sedã grande Série 7, que chega neste trimestre.

Alongada para 3,21 metros de entre-eixos (14 cm a mais do que a especificação básica do três-volumes), a limusine é empurrada por um propulsor V12 naturalmente aspirado de 6,6 litros que rende 609 cv e 86,7 mkgf.

Seu preço? R$ 899.950.

O comprido e exagerado M760Li (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais