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26 JUN

Chevrolet Onix Sedan: como ele será posicionado diante dos rivais

Chevrolet Onix Sedan na China (Reprodução/Internet)

A Chevrolet do Brasil ainda faz mistério sobre o Onix Sedan, que chega no final do ano para substituir gradualmente as versões mais caras do Prisma e ficar no lugar do Cobalt.

O modelo, porém, já é vendido na China, e como as versões feitas nos diferentes continentes serão idênticas, já é possível comparar a novidade com seus futuros e atuais rivais.

Onix Sedan promove a estreia da plataforma GEM (Reprodução/Internet)

QUATRO RODAS levantou os principais dados de desempenho, equipamentos e dimensões do Chevrolet e os comparou com os atuais sedãs compactos premium do mercado e também com o novo Hyundai HB20S.

Também comparamos o Onix Sedan com seus irmão de família: Prisma, que passará a ser vendido somente nas versões iniciais, e Cobalt, que deve conviver com o lançamento por um período.

Motores serão 1.0 aspirado e turbo, sempre com três cilindros (Reprodução/Internet)

A nova plataforma GEM permitiu ao Onix Sedan ser ainda maior, ganhando entre-eixos e porta-malas para disputar o segmento dos sedãs “esticados”.

O Chevrolet, no entanto, ainda fica atrás nas principais medidas com seus principais rivais, mesmo sendo o mais comprido de todos.

Dentro de casa a situação melhora, mostrando a evolução da plataforma GEM em relação à atual GSV. O Cobalt, porém, ainda tem maior entre-eixos e manterá o título de maior porta-malas da categoria.

O motor turbo será uma das grandes estrelas do Onix Sedan.

O três-cilindros terá somente 1 litro de deslocamento (uma versão 1.2 será usada no novo Tracker) e usa a mesma receita tecnológica da Volkswagen, com injeção direta de combustível, turbocompressor com válvula de alívio elétrica e intercooler ar-água.

Onix Sedan tem visual inspirado em sedãs maiores da GM (Reprodução/Internet)

Os números do modelo chinês (que só usa gasolina, e pura) já estão próximos ao do 1.0 TSI, e devem ganhar alguns cavalos extras com a adaptação para usar gasolina nacional e etanol.

O torque, porém, ainda deve ficar abaixo do EA211 da Volkswagen.

A grande virtude do novo motor do Onix Sedan é o pico de força, que chega 32,5% antes. Se isso for mantido na versão nacional, poderá ser um diferencial em relação ao “torcudo” Virtus TSI.

A estreia dos controles eletrônicos de estabilidade e tração, de longe, é a maior e mais bem-vinda novidade do Onix Sedan no quesito segurança.

Menos onipresente do que deveria, o sistema do Chevrolet também contará com o recurso de assistente de partida em rampa.

Painel do Onix Sedan terá tela flutuante, volante inédito e acabamento simples (Divulgação/Chevrolet)

Outro avanço é a estreia dos airbags laterais, inexistentes em todos os carros de passeio feitos pela GM no Brasil — por aqui, só as nacionais S10 e Trailblazer contam com bolsas infláveis extras.

O Onix Sedan, porém, deve parar por aí. O modelo chinês só tem quatro airbags, número que deve ser mantido no Brasil e se equipara ao Virtus.

Motor 1.0 turbo é da nova família CSS (Rodrigo Ribeiro/Quatro Rodas)

Somado aos novos recursos, o aço de ultra-alta resistência poderá garantir a inédita pontuação de cinco estrelas no teste de impacto do Latin NCAP, uma excelente melhoria em um modelo que foi notícia (ruim) ao zerar o crash-test da entidade no passado.

Na comparação com os rivais diretos, a lista de equipamentos de segurança se mostra robusta, embora longe de revolucionária. Confira:

E o Onix Sedan fabricado no Brasil ainda terá um avanço em relação ao homônimo chinês.

Como QUATRO RODAS antecipou com exclusividade, o Chevrolet nacional terá encosto de cabeça ajustável para os três ocupantes do banco traseiro.

Essa diferença permite, além de um melhor ajuste, uma fixação mais adequada para cadeirinhas com Isofix/Latch, que usam um cinto de ancoragem que passa por baixo do encosto de cabeça.

Seu maior diferencial, porém, estará na presença de internet 4G a bordo, que nenhum rival tem.

Quando ele é inteiriço, a cinta passa por cima e não fica tensionada corretamente. Uma evolução, aliás, que a Volkswagen não teve com o novo Jetta.

Fonte: Quatro Rodas

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