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24 JUN

Citroën C4 Cactus morrerá em breve na Europa. Como fica o Brasil?

Na Europa, C4 Cactus não terá nova geração (Fernando Pires/Quatro Rodas)

O Citroën C4 Cactus deverá morrer em breve – ao menos na Europa. Quem bateu o martelo foi Xavier Peugeot, chefe de produto de produtos da PSA, em entrevista ao Top Gear.

Revelado em 2014, o modelo recebeu a primeira atualização no início do ano passado, quando ganhou o visual que deu origem ao nosso. Com isso, ele deve dizer adeus ao mercado europeu em 2022.

Segundo chefe de produto, nem o nome poderá permanecer (Fernando Pires/Quatro Rodas)

“Ele é nosso representante entre os hatches do segmento C e será substituído. Esse será o fim do C4 Cactus. Ainda não sei quanto ao nome, mas do veículo”, garante o executivo.

Na entrevista, Peugeot (sim, um irônico sobrenome) afirma que o futuro modelo será capaz de se sobressair diante do atual “tanto na capacidade de ousar, como na inovação”.

Feito no Brasil desde 2018, o modelo é diferente da versão europeia (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Não há nenhuma indicação de como será a novidade, só que o chefe de produtos afirmou aos ingleses que o produto dividirá opiniões, uma característica marcante da empresa.

“Carros da Citroën nunca formaram um consenso e é necessário criar esse tipo de polarização. Fazer coisas diferentes para pensarem ‘o que eles criaram agora?’”, diz Peugeot.

Uma das principais diferenças é o vidro traseiro que abre (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Por aqui, o C4 Cactus recebeu mudanças substanciais em relação ao europeu – do painel mais simples aos vidros traseiros que descem – e foi lançado na segunda metade de 2018.

É bem provável que, antes de dar lugar a um sucessor, o nosso C4 Cactus ganhe uma reestilização exclusiva para o mercado sul-americano, tendo sobrevida garantida até pelo menos 2024.

Procurada para esclarecer o futuro do modelo nacional, que é produzido em Porto Real (RJ), a assessoria da divisão brasileira do grupo PSA não foi encontrada pela reportagem até a publicação desta reportagem.

Fonte: Quatro Rodas

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