Novidades

14 JUN

Longa Duração: Toyota Prius e a bizarra ré que só opera com motor elétrico

Apenas o motor elétrico move o Prius em ré: e isso pode ser um problema (Rodrigo Ribeiro/Quatro Rodas)

O repórter Rodrigo Ribeiro e o editor-assistente Leonardo Felix aproveitaram um fim de semana prolongado para ir de São Paulo a Angra dos Reis (RJ). E foram com o Prius.

No trajeto de ida, a dupla foi só elogios. “Pegamos muita chuva, inclusive com alguns trechos longos com espessas lâminas d’água. Mesmo assim, não levamos nenhum susto por perda de aderência. Se manteve sob total controle o tempo todo”, comenta Léo.

O elogio é justo, mas pede uma observação: desgastados, os quatro pneus foram substituídos aos 50.000 km, durante a parada para a quinta revisão, feita na concessionária Tsusho, em São Paulo.

Rodrigo, por sua vez, criticou os faróis do híbrido. “À noite, o alcance é reduzido. Tentei compensar a baixa eficiência acionando o farol alto nos momentos sem carros no sentido oposto. Não me lembrava dessa característica ruim do Prius”, diz.

Ele tem razão. De fato, os faróis de led sempre acumularam elogios, não críticas.

É provável que, ao aplicar o reparo de funilaria – por conta de um acidente de trânsito –, a concessionária Toyota tenha desabilitado (ou alterado) o sistema de ajuste automático de altura do facho dos faróis.

Após ficarem em uma casa construída num nível bem abaixo do da rua, com uma rampa íngreme que levava à garagem, os jornalistas tomaram um susto quando tentaram sair de ré com o Prius.

“Depois de subir alguns metros, ele parou e chegou a descer um pouco no final da manobra”, conta Rodrigo.

A surpresa: a marcha à ré é propulsionada somente pelo motor elétrico e, numa ladeira tão íngreme, o carro não tinha forças para subir. Além disso, com o esforço toda a carga da bateria rapidamente foi eliminada.

Com cuidado, o repórter desceu novamente até a base, esperou o motor a combustão aplicar um pouco de carga nas baterias e repetiu a tentativa. E novamente o Prius refugou. “De novo, subiu uns uns metros, parou e começou a descer”, disse.

Como a ré funciona exclusivamente com o motor elétrico – desde que, claro, haja carga na bateria –, a saída foi manobrar o carro e, de frente, subir a ladeira impulsionado pelo motor a combustão.

Por sorte, o espaço permitiu inverter o sentido do carro.

Toyota Prius – 55.047 km

Consumo

Gasto no mês

Ficha técnica

Seguro

Revisões

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

02 JAN
Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Célia: passageiros perguntam sobre o cheiro estranho (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Quem tem ar-condicionado pode se dar ao luxo de deixar o mau cheiro do lado de fora do carro. Pena que a regra não esteja valendo para alguns donos de Jeep Compass, que enfrentam o constante odor de mofo mesmo em veículos novos. Proprietário de um Longitude 2016, o advogado Eduardo Donato, de Campina Grande (PB), percebia que algo não estava bem já... Leia mais
02 JAN
Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

– (Paulo Bitu/Quatro Rodas) Esta época do ano é propícia para viajar. E, para quem tem animal de estimação, fica a dúvida de como transportá-lo. Já pensou nas cadeirinhas dobráveis? Práticas e leves, elas quase não ocupam espaço quando estão fora de uso. No nosso teste, comparamos três marcas para cães de pequeno e médio portes. “Para a segurança de todos e até evitar multas, é recomendável levar o pet em cadeiras... Leia mais
02 JAN
Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Futuro Creta terá elementos do Intrado, carro-conceito de 2014 (Divulgação/Hyundai) As vendas do Creta seguem a pleno vapor e, para que continuem assim, a Hyundai já trabalha na segunda geração do SUV compacto. Mas já? Pensando bem, nem é tão cedo assim. É bom lembrar que o Creta – vendido em outros mercados como ix25 – foi lançado na Índia em 2014. Isso explica por que a Hyundai do Brasil, antes do lançamento aqui, negava... Leia mais
02 JAN
Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Fiat Weekend: após 20 anos de mercado deixará de ser produzida (Divulgação/Fiat) Arara-azul, onça-pintada e mico-leão-dourado são exemplos de animais em extinção no Brasil. Já na fauna automotiva, algumas espécies também correm o risco de sumir (ou até já sumiram) do mapa. E não estamos falando apenas de números de vendas, mas de modelos à disposição do consumidor. Dizimadas pelos SUVs, é cada vez mais raro avistar peruas... Leia mais
29 DEZ
Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Reparo de caixa automática: só com mão de obra especializada (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Até os anos 90, câmbio automático era mais rotulado que uísque comprado no Paraguai. “É caro de manter” e “Dá muito problema” eram as frases que faziam as pessoas abrirem mão desse conforto. Mas ainda bem que o tempo passou. Hoje já tem carro compacto com mix de vendas equilibrado entre a versão automática e a manual. Você... Leia mais
29 DEZ
Grandes Brasileiros: Chevrolet Kadett GSi conversível

Grandes Brasileiros: Chevrolet Kadett GSi conversível

– (Marco de Bari/Quatro Rodas) Era o auge da euforia da abertura do mercado aos importados quando surgiu o Kadett GSi, no fim de 1991, acrescentando uma importante vogal ao nome da versão GS, lançada em 1989. O fim da era do carburador, que abriu espaço para a injeção eletrônica no país, ofereceu um presente a mais para o consumidor brasileiro, o GSi conversível. O carro nasceu com um único concorrente nacional na mesma versão, o... Leia mais