Novidades

09 ABR
Top Ten: carros que não são da VW e fizeram sucesso usando motor a ar

Top Ten: carros que não são da VW e fizeram sucesso usando motor a ar

 (Reprodução/Internet)

Quando se fala em motor refrigerado a ar, logo vêm à cabeça Volkswagen Kombi, Fusca e até as primeiras versões do Gol. Mas a marca alemã não foi a única a fazer sucesso com essa tecnologia. QUATRO RODAS relembra outros dez casos.

 (Reprodução/Internet)

Com mais de 5 milhões de unidades vendidas (1948-1990), o Citroën 2CV ganhou o mundo pelo projeto simples e de baixo custo: motor boxer a ar de dois cilindros (375 cm³ ou 602 cm³), além de peças encaixadas, em vez de parafusadas. Devido à tal simplicidade, ganhou logo o apelido de “guarda-chuva com quatro rodas”.

 (Reprodução/Internet)

Desde o modelo 356 de 1948 (foto) até o 911 da série 993 (1994-1998), a Porsche só usou propulsores a ar. A razão está na origem: o primeiro carro da marca era a versão esporte do Fusca, que tinha entre seus projetistas Ferdinand Porsche e seu filho Ferry.

 (Reprodução/Internet)

Da junção Corvette e Bel Air surgiu o Corvair em 1959, mas ele não parecia um Chevrolet comum: tinha um 6-cilindros boxer traseiro. Mas a suspensão não lidava bem com o peso atrás e ganhou má fama no livro do advogado Ralph Nader, Inseguro a Qualquer Velocidade.

 (Reprodução/Internet)

A Tatra apostou em 1923 no modelo 11, veículo de entrada da marca tcheca. Dotado de um motor de dois cilindros opostos a ar de 1,1 litro, ele foi o primeiro carro a receber chassi tipo espinha dorsal (backbone), usado até hoje nos caminhões da marca.

 (Reprodução/Internet)

De 1957, o alemão Trabant tornou-se símbolo da queda do Muro de Berlim e também se rendeu ao ar em seus blocos, um deles de 500 cm³, dois tempos e 18 cv. Durou 34 anos até a VEB Sachsenring adotar propulsores mais modernos, resfriados a água.

 (Reprodução/Internet)

A comparação com o Fusca na época não foi em vão. Além das formas curvilíneas e simpáticas, o Fiat 500 também carregou um motor a ar, só que de dois cilindros com 479, 499 ou 594 cm³. A ideia deu tão certo que ele vendeu quase 4 milhões de 1957 a 1975.

 (Reprodução/Internet)

Os Honda sempre foram referência em tecnologia e robustez, e o sedã 1300 de 1969 não foi exceção. Seu 1.3 de quatro cilindros em linha a ar era diferente de tudo já visto na época: um sistema elétrico de ventoinhas ajudava a refrigerar o cofre e o habitáculo.

 (Reprodução/Internet)

O Subaru 360 foi produzido em massa no Japão no período pós-guerra. Primeiro carro da marca, tinha versões sedã, perua e conversível, usava um motor bicilíndrico a ar traseiro de 356 e 423 cm³ e acabou ganhando por lá o apelido de “joaninha”.

 (Reprodução/Internet)

O que tem cara de Kombi e motor de Kombi e não é Kombi? Se você respondeu Tempo Matador, matou a charada. Diferenciava-se pelo boxer de 1,2 litro da VW, colocado sob o banco, e pela perigosa posição do tanque de gasolina na dianteira, que fazia jus ao nome.

Processed by: Helicon Filter; (Reprodução/Internet)

Não, não é um Fiat 600. É um Zaporozhets de 1960, da ucraniana ZAZ. Ambas tinham base idêntica, mas na usina de força cada uma tinha a sua: o italiano era a água e o outro a ar, um V4 de 746 cm³ (23 cv) e 1,2 litro (40 cv), que durou 34 anos ininterruptos.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

14 NOV

Mitsubishi L200 ganha adaptação e vira 'casa sobre rodas' no Salão do Automóvel

Um dos veículos mais disputados pelo público no estande da Mitsubishi no Salão do Automóvel é uma picape L200 Triton Sport. Mas não trata-se de uma nova geração, ou de mudanças profundas para a linha 2019. O modelo em questão foi preparado para ser uma casa sobre rodas. A estrutura recebe o nome de "camper", e foi lançada no Salão do Automóvel. A responsável pela produção é a empresa Duaron, de Rio do Sul (SC). Triton passa por mudança visual no exteriorMitsubishi... Leia mais
14 NOV

Salão de SP tem babá de luxo, carro extra, funilaria expressa e gambiarra

Para não estragar o show, vale de tudo nos bastidores (Salão do Automóvel/Divulgação)Um estande relativamente pequeno no Salão do Automóvel ultrapassa, facilmente, a cifra de R$ 4 milhões – marcas maiores podem gastar quase dez vezes mais. Por isso, tudo é pensando nos mínimos detalhes para que esse investimento não vá por água abaixo.QUATRO RODAS reuniu a seguir algumas curiosidades que envolvem o principal evento automotivo do Brasil.O Project One só pode ser movimentado por... Leia mais
14 NOV

Hyundai Creta ganha versão de entrada com câmbio automático por R$ 83.490

O Hyundai Creta ganhou uma nova configuração mais em conta equipada com motor 1.6 e câmbio automático, a Smart. Posicionada entre as versões Attitude e Pulse Plus, ela parte de R$ 83.490. Entre os itens de série, o Creta Smart tem rodas aro 16, monitoramento de pressão dos pneus, start-stop, ar-condicionado, controles de estabilidade e tração, fixação para cadeirinhas infantis (Isofix), alarme, direção elétrica e retrovisores elétricos. Para as primeiras 1.200... Leia mais
14 NOV

Yamaha Ténéré 700 ganha versão final de produção

Depois de mostrar conceitos desde 2016, a Yamaha finalmente revelou a versão final de produção da aguardada Ténéré 700. O modelo foi apresentado no Salão de Milão 2018 (Eicma), mas só vai chegar ao mercado mundial no 2º semestre de 2019. Honda CB 650R é revelada para substituir a CB 650F Inspirada nas competições de rali, a Ténére tem uma longa história na linha Yamaha, com modelos desde os anos 80. No Brasil, a empresa vende atualmente a Ténéré 250, mas a futura... Leia mais
14 NOV

Honda CB 650R é revelada para substituir a CB 650F

A Honda CB 650R foi o principal lançamento da montadora no Salão de Milão 2018 (Eicma). Seguindo o estilo "retrô-moderno, visto em modelos como CB 1000R e CB 300R, a nova moto chega para substituir a atual CB 650F. Yamaha Ténéré 700 ganha versão final de produção Além da variante naked, a esportiva CBR 650R também chegou para entrar no lugar da CBR 650F. Ambas ganharam mais potência no motor, que chegou a 95 cavalos - antes, os modelos tinham motor de 88,5 cavalos. ... Leia mais
14 NOV

Volkswagen quer vender carros também fora das concessionárias tradicionais

Representada por uma das maiores redes de concessionárias no Brasil, a Volkswagen pretende começar a vender carros em locais além das lojas tradicionais. A partir de dezembro, a montadora passa a testar a "concessionária digital", que poderá ser aplicada em espaços menores, como shoppings, eventos e mesmo até a casa do comprador. Os concessionários lançam mão da tecnologia, incluindo a realidade virtual, para "irem até onde o cliente está", resume o gerente-executivo... Leia mais