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05 ABR

Como é possível um carro seguir andando com motor desligado a 100 km/h?

Classe C é produzido na fábrica de Iracemápolis (SP) (Divulgação/Mercedes-Benz)

Como o novo Mercedes-Benz Classe C EQ Boost faz para manter tudo funcionando quando o motor é desligado em alta velocidade? – Flávia Bittencourt, Curitiba (PR)

Usando um controle eletrônico avançado e o essencial sistema elétrico de 48V. O conceito básico é o mesmo do start-stop convencional: desligar o motor em situações em que ele não é necessário.

O Mercedes-Benz Classe C EQ Boost usa um motor elétrico conectado ao virabrequim, por isso é um mild-hybrid, ou híbrido parcial. Nele, o propulsor a combustão é cortado mesmo em altas velocidades.

Nos híbridos parciais o alternador também assume a função de motor de arranque (Divulgação/Mercedes-Benz)

Só que, para isso, é preciso manter todas as assistências ao motorista (direção elétrica, condução semiautônoma, faróis, vácuo do servofreio e ar-condicionado) e garantir a lubrificação do trem de força.

A solução é usar um motor elétrico, que também tem função de alternador, para alimentar esses sistemas. E, como a demanda por eletricidade sobe, o sistema de 48V, quatro vezes maior que o convencional, é crucial.

Se o sistema entender que é necessária uma força extra, como ao acionar o acelerador ou a carga da bateria cair muito, o motor a combustão é religado automaticamente.

Além da possibilidade de desligar o motor em altas velocidades, uma das características marcantes dos carros parcialmente híbridos é som da partida.

Neles o motor a combustão é ligado pelo próprio motor elétrico, conectado ao conjunto por uma correia. Isso faz com que o carro ligue sem o característico ruído metálico produzido pelo motor de arranque e o bendix.

Fonte: Quatro Rodas

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