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04 ABR

Novas tecnologias: a incrível suspensão anti-atolamento do Mercedes GLE

Motor da Mercedes GLE 450 4Matic (Divulgação/Mercedes-Benz)

O novo Mercedes GLE, quarta geração da rebatizada Classe M que chega agora ao mercado americano, traz várias tecnologias novas, como motor de seis cilindros híbrido parcial, sistema elétrico adicional de 48 V, assistente de condução autônoma e sistema interativo MBUX.

A principal inovação, porém, está na suspensão ativa, que é capaz de, além de variar curso e rigidez de molas de ar e amortecedores de forma independente nas quatro rodas, recuperar a energia dos movimentos e ajudar a desatolar o carro subindo e descendo os pneus.

O E-Active Body Control usa a estrutura do conhecido sistema pneumático da marca, o Airmatic, acrescido de um circuito hidráulico auxiliar para empurrar e recolher a roda.

A função básica de amortecimento cabe ao sistema a ar, mas sempre que a central eletrônica identifica a necessidade de variar os parâmetros de funcionamento, o sistema a óleo é acionado.

Segundo a marca, além de garantir maior conforto ao rodar, o E-Active Body Control favorece a estabilidade reduzindo os movimentos da carroceria, laterais (nas curvas) e longitudinais (frenagens e arrancadas), favorecendo a dirigibilidade e a segurança.

Mercedes GLE, quarta geração da rebatizada (Divulgação/Mercedes-Benz)

Motor: 6 cilindros em linha, turbo, 367 cv de 5.500 a 6.000 rpm, 51 mkgf de 1.800 a 4.200 rpm (+ 22 cv e 25,5 mkgf, fornecido pelo sistema EQ Boost).

Câmbio: automático, 9 marchas, tração integral

Desempenho: 0 a 100 km/h, 5,7 segundos; velocidade máxima, 250 km/h.

A mola a ar é auxiliada por um sistema hidráulico composto por uma bomba de óleo e dois conjuntos de atuadores e válvulas. A pressão que ajusta a rigidez de molas e amortecedores varia constantemente e em tempo real.

Alimentada pela rede de 48 V (a mesma que fornece força suplementar ao motor), a suspensão também gera energia durante seu movimento, que é convertida em eletricidade e reaproveitada pelo sistema.

Fora da estrada

No uso off-road, o sistema permite que o motorista ajuste a altura de cada roda de acordo com a necessidade. Em caso de atolamento, existe a função que altera o curso da suspensão sucessivamente (abrindo e fechando várias vezes) para ajudar os pneus a conseguir tração sem cavar ainda mais o terreno.

Suporte técnico

Além das informações que recebe das torres da suspensão, a central eletrônica também se orienta por meio de dados fornecidos por uma câmera, que escaneia o piso à frente, e pelo sistema anticapotamento, que monitora a inclinação da carroceria nas curvas.

Fonte: Quatro Rodas

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