Novidades

27 MAR

Hatch, sedã, SUV: quais são os oito carros com base do novo Chevrolet Onix

Novos Onix e Prisma inauguram nova leva de compactos da GM para mercados emergentes (Divulgação/Chevrolet)

A GM já revelou na China a nova geração do Chevrolet Prisma – que, por lá, ficará conhecido como Onix, já que o nosso Onix hatch não será oferecido naquele mercado.

O sedã é só o primeiro de uma lista de oito produtos que a fabricante lançará a partir da plataforma modular global GEM, desenvolvida em parceria com a chinesa Saic e que foi criada para abastecer mercados emergentes.

De acordo com a própria GM, a matriz GEM vai gerar um total de oito produtos, de cinco diferentes tipos de carroceria. Quais são eles? QUATRO RODAS faz agora suas apostas.

Sobre as carrocerias, não há muito mistério: hatch, sedã, SUV, picape e, muito provavelmente, monovolume devem formar o quinteto prometido pela empresa. Eis o que podemos esperar:

No Brasil, Onix será o primeiro produto a ser lançado com a plataforma GEM (Álvaro Almeida/Quatro Rodas)

A segunda geração será lançada no Brasil no início do segundo semestre deste ano, para conviver com o atual Onix Joy. A fim de se diferenciar da primeira geração, deve receber a nomenclatura Onix Plus.

Em nosso mercado, utilizará sempre motor três-cilindros bicombustível de 1 litro, com opção naturalmente aspirada (sempre manual) ou turbo (manual ou automática de seis marchas). Será produzido em Gravataí (RS).

Dimensões serão maiores que as do Onix de primeira geração, posicionando o modelo como compacto premium no segmento dominado pelo Volkswagen Polo.

Vendido como Onix na China, novo Prisma terá pegada de sedã compacto premium (AutoHome.cn/Internet)

Inédito na China, o Onix sedã será lançado em setembro por aqui e deve sustentar o nome Prisma, representando em nosso mercado a terceira geração do três-volumes compacto.

Assim como o Onix hatch, com quem compartilhará a linha de montagem na fábrica gaúcha e praticamente a integralidade dos componentes do bico à coluna B, o novo Prisma terá 1.0 três cilindros turbo em todas as versões.

Na China, o modelo possui 2,60 metros de entre-eixos, 7 cm a mais do que o Prisma vendido nos dias de hoje no Brasil.

Ou seja: ele ficará maior e terá como foco brigar com o Volkswagen Virtus, o que significa que matará de uma vez Prisma atual e o Cobalt. Sobrará o Prisma Joy como sedã de entrada da GM no país.

Tracker ficará maior e terá motores 1.0 e 1.2 turbo (Reprodução/Internet)

A GM já admitiu que foi um erro não ter fabricado nacionalmente a atual geração do Chevrolet Tracker.

Pois o novo será produzido aqui, mais precisamente em São Caetano do Sul (SP), e servirá para enfim fazer a companhia ter voz no segmento que mais cresce em nosso mercado.

Com visual já divulgado (na China, para variar), o próximo Tracker chega em meados de 2020 com motorização três-cilindros 1.0 ou 1.2 turbo flex.

Será que a GM enfim mergulhará fundo no segmento dominado pelo Compass? (Divulgação/Chevrolet)

Este é um modelo derivado da matriz GEM ainda misterioso: Um possível SUV de porte compacto-médio, posicionado entre o novo Tracker e o Equinox, a ser fabricado em Rosário, Argentina.

Chegaria entre 2021 e 2022, e pode ter com propulsores 1.2 turbo, o mesmo do Tracker, e 1.4 Ecotec de 153 cv, também sobrealimentado, utilizado pelos atuais Cruze e Tracker.

Ainda montada com a dianteira do extinto Agile, Montana passará a ter cara de Onix Plus e base GEM (Divulgação/Chevrolet)

Também deve ser derivada da plataforma GEM a terceira geração da picapinha Montana, muito provavelmente utilizando a frente dos novos Onix Plus e Prisma.

Entretanto, há muito poucas informações a respeito do modelo, cujo lançamento deve ficar apenas para 2021. Local de fabricação, por exemplo, é um mistério. O motor 1.2 turbo é uma aposta lógica para ela.

Fontes consultadas por QUATRO RODAS apontam que também está nos planos da GM uma picape compacta-média do porte de Fiat Toro e Volkswagen Tarok, que pode ser feita em São Caetano ou São José dos Campos. Chegaria até 2022.

Este não deve surgir antes de 2023: é uma minivan para assumir o lugar da Chevrolet Spin, com opções de cinco e sete lugares. Nossa reportagem aposta no uso de motores 1.2 e 1.4 turbo.

Muito difícil prever qual será o oitavo produto, inclusive porque ele não necessariamente será desenvolvido com foco no mercado brasileiro.

Mas um segmento no qual a GM ainda não atua e poderia apostar é o de CUVs ou SUVs pequenos. Honda e Caoa Chery já atuam nele, e a Volkswagen também está investindo.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

31 JUL

Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina

A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para... Leia mais
30 JUL

O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão

O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem... Leia mais
30 JUL

Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros

– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,... Leia mais
30 JUL

QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018

Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e... Leia mais
30 JUL

Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil

Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian... Leia mais
30 JUL

Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan?

No inédito Audi RS 3 Sedan (e também no hatch) os pneus mais largos ficam no eixo da frente (Divulgação/Audi)Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan? Como isso melhora o comportamento em curvas? – Remulo Lemos, Belo Horizonte (MG)Pneus mais estreitos têm menor aderência e, com isso, maior probabilidade a escorregar lateralmente. “Se fossem usados quatro pneus nas mesmas medidas, o RS 3 teria tendência a sair de frente em saídas de curva durante... Leia mais