Novidades

01 NOV

Quantos quilômetros deve-se rodar para carregar uma bateria arriada?

Recarga na bateria, só se for a lenta (Ivan Carneiro/Quatro Rodas)

Se o carro ficar uma semana parado, quantos quilômetros deve-se rodar para recarregar a bateria?– Gilberto Braz Botelho, Itajubá (MG)

Depende do nível de carga, mas se ela chegar a ficar descarregada o ideal é rodar pelo menos uma hora em estrada com o mínimo de equipamentos elétricos (como faróis e rádio) ligados.

“O alternador, que gera energia elétrica, supre primordialmente as necessidades dos componentes essenciais (como injeção eletrônica e direção eletroassistida) e o que sobra vai para a recarga da bateria. Ou seja, quanto mais dispositivos elétricos ativos, menos corrente sobra para a bateria”, observa Marcos Randazzo, engenheiro de aplicação da Johnson Controls, empresa proprietária da fabricante Heliar.

Na prática, dirigir com o ar-condicionado, rádio e faróis ligados faz com que o processo de recarga seja mais lento.

O ar-condicionado é um dos vilões do sistema elétrico (Divulgação/Toyota)

E a recíproca é verdadeira: se seu carro está com alguma pane elétrica, como falha no alternador, o ideal é desligar tudo o que for possível para poupar o máximo de energia.

Mas o especialista alerta que, quando a bateria ficar sem carga, o ideal é que o processo de recarga seja feito por uma oficina, usando um equipamento para a chamada “recarga lenta”.

Esse processo, que pode levar de 15 a 20 horas, permite que o acumulador recupere a capacidade máxima sem que haja danos na bateria.

Uma falha no gerenciamento da bateria permitia que as baterias do Tesla Roadster virassem “tijolos” (Divulgação/Tesla)

Uma curiosidade é que as baterias de íons de lítio (que são diferentes das tradicionais de 12V, que usam chumbo-ácido) nunca ficam totalmente descarregadas.

Mesmo quando os smartphones — e carros elétricos — indicam 0% de carga, as baterias ainda possuem um nível mínimo de energia.

Isso acontece porque esse tipo de acumulador conta com uma proteção para manter um nível mínimo de energia armazenado. Caso essa proteção não exista e a bateria, de fato, chegue a 0%, ela não pode ser mais recarregada e se torna inútil. Em inglês essa situação é chamada de “to brick”, ou “virar um tijolo”.

Isso porque a bateria descarregada possibilita uma formação química interna dentro de suas células que podem ocasionar um curto-circuito durante o processo de recarga.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

31 OUT

Ford e Baidu vão testar carros autônomos em estradas na China

A Ford e a Baidu, gigante de internet na China, lançaram nesta quarta-feira (31) um projeto de dois anos para testar veículos autônomos nas estradas chinesas. A parceria entre as duas empresas já havia sido anunciada em junho deste ano e acontece em meio a uma corrida global para desenvolver tecnologia de veículos autônomos. Em comunicado divulgado pelas empresas, o projeto iniciará os testes em estradas designadas em Pequim até o fim do ano, e possivelmente em outras cidades... Leia mais
31 OUT

Chevrolet Camaro tem futuro elétrico antecipado pelo conceito eCOPO

A era da eletrificação chega para todos - até para o aclamado Chevrolet Camaro COPO, versão de arrancada do superesportivo. Feito em parceria com as empresas Hancock e Lane Rancing, o conceito eCOPO foi apresentado com a promessa de apontar para "o futuro da eletrificação em modelos de alto desempenho". A Ford já anunciou uma versão elétrica do Mustang, grande rival do modelo. Por fora, o conceito elétrico não passa de um Camaro COPO comum. Estão lá as pequenas rodas... Leia mais
31 OUT

Você pode comprar um carro 2010 pelo preço do iPhone XS

O que você prefere: um smartphone de última geração ou um compacto criado nos anos 1980? (Arte/Quatro Rodas)Se tem uma coisa que carros e smartphones têm em comum é que toda mudança feita é motivo de um aumento substancial no preço. Mas o iPhone abusa um pouco disso.A nova geração do dispositivo da Apple deve entrar em pré-venda nos próximos dias, mas os preços já foram divulgados.Novos iPhone Xs e o iPhone 8 (Apple/Divulgação)Com novo processador e, dependendo da versão,... Leia mais
31 OUT

Kia Sportage ganha reestilização no Brasil, mas só nas versões mais caras

A Kia iniciou as vendas do novo Sportage no Brasil. Confirmado para o Salão de São Paulo, o modelo passou por mudanças significativas no visual - mas só nas versões mais caras, que custam R$ 145.490 e R$ 156.990. O modelo está disponível em quatro configurações diferentes, mas a cara nova só vem nas duas mais caras P.264 e P.265, de R$ 145.490 e R$ 156.990, respectivamente. As versões P.152 e P.253, de R$ 109.990 e R$ 134.990, mantêm a aparência antiga. Saiba mais sobre... Leia mais
30 OUT

Candidata a rival da Tesla, Faraday Future vê saída de cofundador em meio a crise financeira

O cofundador da Faraday Future, montadora americana especializada em carros superesportivos elétricos que pretende rivalizar com a Tesla, deixou a empresa nesta terça-feira (30). A saída de Nick Sampson acontece em meio a uma crise financeira e uma disputa judicial com o principal investidor da montadora, um grupo de saúde chinês chamado Evergrande, que planejava injetar US$ 2 bilhões na companhia. Forte no marketing, com apresentações inclusive na CES, a maior feira de... Leia mais
30 OUT

Sedãs automáticos por menos de R$ 60.000: Voyage x Ka x Prisma x Etios

– (Christian Castanho/Quatro Rodas)Câmbio automático deixou de ser artigo de luxo há alguns anos. Se tornou algo tão democrático que não é preciso recorrer às versões mais caras dos compactos para ter esse conforto cada vez mais requisitado.Reunimos os sedãs compactos com câmbio automático mais baratos do Brasil: Volkswagen Voyage, Chevrolet Prisma, Ford Ka Sedan e Toyota Etios Sedã em suas versões mais básicas.Não fosse pelo aumento de R$ 600 no preço do Prisma às... Leia mais