Novidades

09 OUT

FCA confirma picape maior que a Fiat Toro – que será vendida no Brasil

A Dodge Dakota deixou de ser fabricada nos EUA em 2011 (Divulgação/Dodge)

A FCA, dona de marcas como Jeep, Dodge, RAM e Fiat, terá uma nova picape média do porte da antiga Dodge Dakota. E ela já está nos planos para ser vendida no Brasil.

Fornecedores confirmaram ao Automotive News que a empresa está trabalhando em uma nova picape média. E, neste caso, não é a picape que será baseada na nova geração do Jeep Wrangler.

Este novo modelo teria carroceria montada sobre chassi, o que descarta de imediato que venha a ser baseado na Fiat Toro, que é monobloco. Mas confirma que terá porte de Chevrolet S10, Toyota Hilux e Volkswagen Amarok.

A FCA fala no lançamento de uma picape média desde junho, quando divulgou seus planos de lançamentos até 2022. Ela seria vendida pela RAM, sua marca de veículos de carga.

Nova picape terá capacidade de carga de uma tonelada (Divulgação/Dodge)

Esta nova picape média é conhecida internamente como Metric Ton, em alusão à capacidade de carga de 1 tonelada e chegará importada ao Brasil.

Seria fabricada nos EUA, em Toledo, Ohio. A fábrica está sendo reformulada desde abril para a produção da picape do Wrangler. Como esta não terá grandes volumes, a nova picape RAM aproveitaria o resto de sua capacidade – que era de 160.000 carros por ano antes da reforma.

Novo CEO da FCA e antigo chefe de RAM e Jeep, Mike Manley disse que a nova picape deverá ser apresentada nos EUA em 2020 como modelo 2021. O Brasil a receberia entre 2021 e 2022.

A sucessora espiritual da Dodge Dakota ficará posicionada, tanto em preço quanto em porte, entre a Toro e a RAM 1500.

A atual picape de entrada da RAM, inclusive, chegou a ser cogitada para o Brasil para disputar clientes das versões topo de linha de Hilux e Amarok, além da futura Mercedes Classe X. Agora, o foco se volta para a Metric Ton, com porte e capacidade de carga mais adequado ao segmento.

Picape foi montada no Brasil por três anos (Divulgação/Dodge)

A Dodge Dakota teve carrera efêmera no Brasil. Começou a ser montada em Campo Largo (PR) em meados de 1998. Os chassis rolantes eram fornecidos pela Dana e o resto dos componentes (como carroceria, motor e acabamentos) vinham dos Estados Unidos.

No mesmo ano, foi anunciada a fusão entre os grupos Daimler e Chrysler. O desenrolar disso, combinado com as vendas em baixa da picape, culminaram no encerramento de sua produção em abril de 2001. 

Em três anos, a picape teve motores 2.5 diesel (de 115 e 122 cv), V6 3.9 a gasolina (177 cv) e V8 5.2 (232 cv) e opções de cabine simples, estendida e dupla, mas nunca teve tração 4×4 no Brasil. A versão com cabine dupla foi lançada quando a picape já estava fadada ao fim, como série especial de 1.000 unidades. Ao todo, 13,7 mil unidades foram montadas no Brasil.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

26 NOV

Presidente da Nissan diz que parceria com a Renault 'precisa ser revista', diz imprensa japonesa

O presidente-executivo da Nissan, Hiroto Saikawa, disse aos funcionários da montadora nesta segunda-feira (26) que a parceria com a Renault 'precisa ser revista', segundo a agência japonesa Kyodo News. De acordo com ele, o relacionamento com a parceira francesa "não é igual". A declaração de Saikawa foi feita durante uma reunião transmitida aos funcionários de todo o mundo, em que ele pediu desculpas pela notícia da prisão do ex-CEO da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, na... Leia mais
25 NOV

Ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, nega as acusações contra ele, diz imprensa japonesa

O ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, preso por suspeita de irregularidades financeiras, negou as acusações contra ele, informou neste domingo (25) a rede de TV japonesa NHK. Quem é Carlos Ghosn? Conheça sua trajetória Ghosn, que não falou publicamente, disse aos investigadores que não tinha intenção de subestimar sua remuneração em documentos financeiros e negou as acusações contra ele, disse a NHK, sem dar fontes ou mais detalhes. Greg Kelly, um ex-executivo da... Leia mais
24 NOV

Ex-executivo da Nissan defende remuneração de Ghosn, diz TV japonesa

O ex-executivo da Nissan Greg Kelly, preso junto com o brasileiro Carlos Ghosn devido a supostos crimes financeiros, afirmou que o salário de Ghosn era apropriado e que foi discutido com outras autoridades, disse neste sábado (24) a emissora estatal japonesa NHK. Quem é Carlos Ghosn? Conheça sua trajetória A NHK, sem citar fontes, informou que Kelly teceu tal comentário a pessoas com quem conversou desde sua prisão. O conselho da Nissan decidiu na quinta-feira, por... Leia mais
24 NOV

Carro que quase anda sozinho, conversa e tem recarga sem fio: veja tecnologias mostradas no Salão de SP

De conectividade 4G a controle remoto, há muitas frentes em que as montadoras estão tentando despontar quando o assunto é tecnologia. No Salão do Automóvel, várias novidades foram apresentadas, mas algumas não virão ao Brasil. A Chevrolet, durante sua coletiva de imprensa, informou que todos os modelos lançados a partir de 2019 já virão com conectividade 4G disponível. As montadoras de luxo foram um pouco mais além na apresentação das novidades. Público do Salão... Leia mais
24 NOV

Opala completa 50 anos, e fãs falam sobre amor pelo clássico: 'Nada desagrada'

Há 50 anos nascia um dos maiores clássicos da indústria automotiva brasileira. Em novembro de 1968 o Chevrolet Opala era apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, ainda realizado no Pavilhão do Ibirapuera. Naquela época, e nas duas décadas seguintes, o mercado brasileiro tinha poucas marcas e produtos, fato que ajudou o Opala a cair no gosto dos clientes. Tanto que, décadas depois do fim de sua produção, ele ainda é cultuado por uma legião de fãs. Na mesma... Leia mais
23 NOV

Limite mais duro para emissões em caminhões e ônibus valerá a partir de 2022

Os novos limites de emissões e ruídos para veículos pesados (como ônibus e caminhões) no Brasil foram definidos e começam a valer em 1º de janeiro de 2022. Primeiro, só os modelos inéditos deverão seguir as novas normas. No ano seguinte, serão exigidas de todos os que saírem das fábricas. As regras são semelhantes às do Euro 6, adotado na Europa. Para as emissões de NOx (óxidos de nitrogênio), o número limite passou para 0,4 g/kWh - antes, era de 2 g/kWh, nas... Leia mais