Novidades

09 OUT

Como aumentar a vida útil da bateria do carro

É difícil achar alguém que já não tenha ficado sem carga na bateria. De forma bem simples, vou dar algumas dicas para manter a sua sempre pronta para uso.

Mas quanto tempo uma bateria pode durar? Para quem usa pouco o carro, 2 anos. Para aquele que roda bastante, ela pode passar dos 4 anos - lembre-se: carro quem anda mais prolonga a vida da bateria.

Veja mais dicas:

1) Tem que andar!

Muita gente acha que funcionar o carro de vez em quando é suficiente, só que não!

Quando a bateria fica imóvel por muito tempo (mais de 3 meses), o ácido da solução que está entre as placas se acumula no fundo da bateria e corrói as placas de chumbo. Por isso, é preciso movimentá-la para manter a solução homogênea. Em carro que anda muito a bateria dura mais.

Você deve estar pensando: se a bateria estiver mais de 6 meses parada na loja vou comprar uma bateria nova com sua capacidade de carga diminuída? É bem possível.

Se o carro ficar parado por muito tempo, a bateria vai descarregar... Acontece o processo conhecido como sulfatação, que diminui sensivelmente a vida da peça. É assim: o sulfato de chumbo que se forma através de cristais diminui a área útil das placas, limitando a capacidade de carga.

Então, toda vez que seus bornes apresentarem uma tensão abaixo de 12,30 V a bateria deve ser recarregada.

2) Risco para motor de partida

O motor de partida ou de arranque é um motor elétrico de características especificas: alto torque por pouco tempo.

Se levar mais de 3 segundos para seu carro pegar, seu motor de partida corre o risco de queimar. Então, não é bom passar da terceira tentativa.

3) Boa e barata? Difícil

Bateria boa depende da pureza dos materiais empregados. Não se iluda com propagandas com modelos bonitas ou algum famoso do mundo automobilístico: é difícil achar uma bateria boa e barata.

Lembre-se dos cuidados acima. Afinal, bateria sem qualidade pode custar um motor de partida.

4) Recondicionada vale?

Bateria recondicionada não é um bom negócio, assim como dar carga rápida é um procedimento não recomendado pelos fabricantes.

E não vá atrás de receitas caseiras para recuperar sua bateria: os riscos de acidentes são muito grandes. A manipulação e manutenção devem ser feitas por pessoa especializada.

5) Só voltímetro não basta

O voltímetro pode identificar uma bateria descarregada, mas não é suficiente para condená-la.

Como disse, o motor de partida consome alta amperagem por curto espaço de tempo. Portanto, apenas medir a voltagem instantânea não é suficiente para condenar uma bateria. É preciso carregá-la e depois utilizar um aparelho específico para medir a descarga: o "analisador de baterias".

Saiba mais

Afinal, o que é uma bateria? São várias pilhas ligadas em série dentro de uma carcaça plástica que transforma energia química em energia elétrica.

Hoje falamos do modelo de placas imersas. São pares de placas de chumbo imersas ("flooded") em uma solução (de água mais ácido sulfúrico) que tem por objetivo armazenar energia para dar partida no carro.

Sim, ela também mantém todo o circuito elétrico do carro, mas a função principal é dar a partida.

Através de uma reação química essa solução ácida fica alternando entre óxido de chumbo (carregada) e sulfato de chumbo (descarregada). Esse processo ocorre através do recebimento de energia elétrica produzida pelo alternador do carro.

Existem tipos de bateria, cujo os cuidados são diferentes do que indiquei aqui. Em breve vamos conversar sobre as famosas baterias de lítio.

Até a próxima!

Fonte: G1

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais