Novidades

17 AGO

Fiat Toro Ranch: nova versão custa mais que a Toyota Hilux diesel

Rack, retrovisores e estribos cromados são exclusivos da Toro Ranch (Divulgação/Fiat)

Se há algo que não tem limite é o quanto de penduricalhos você pode adicionar em um modelo, sobretudo se ele tiver apelo aventureiro.

A inédita Fiat Toro Ranch o mais recente exemplar do segmento, que abusa dos acessórios para custar mais conquistar novos clientes.

O engate é removível, apesar de que muita gente não vai fazer uso dessa possibilidade… (Divulgação/Fiat)

A nova versão topo de linha tem como base a Volcano 2.0 diesel de 170 cv, mas inclui elementos estéticos para justificar seu preço de R$ 149.990 – R$ 7.000 acima da versão mais cara até então.

O preço, inclusive, supera os R$ 136.970 da Toyota Hilux STD 2.8 turbodiesel.

Painel, bancos e portas receberam forração em um tom exclusivo de marrom (Divulgação/Fiat)

A lista de itens exclusivos é grande e inclui: rodas com nova coloração, retrovisores, estribos e santantônio cromados, gancho de reboque removível e placas alusivas à versão.

As rodas de liga-leve de 18? receberam uma pintura nova pintura prata escurecida (Divulgação/Fiat)

Por dentro os bancos usam um couro marrom claro com o nome Ranch perfurado nos encostos dianteiros. O mesmo tom está em partes do painel e na forração das portas. A cobertura do teto e das colunas também foi escurecida.

A versão Ranch usa o mesmo 2.0 turbodiesel de 170 cv com câmbio automático de nove marchas da Volcano (Divulgação/Fiat)

Os itens de série são os mesmos da Toro Volcano, com ar-condicionado digital de duas zonas, quadro de instrumentos com LCD central de 7 polegadas, chave presencial com partida remota e faróis com cornering lights e DRL em leds.

Infelizmente isso significa que o veterano sistema multimídia com tela de 5? de baixa resolução também está incluindo no pacote.

O equipamento destoa do que é oferecido até em modelos mais baratos da Fiat, e não dispõe de nenhuma integração para celulares Android e iOS.

A Toro Ranch chega às concessionárias na última semana do mês e não tira de linha as versões Volcano 2.0 e a também inédita 2.4.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais