Novidades

26 JUL

Conheça a maior pista de testes da Ford na América Latina

A pista tem 50 km, sendo 41 km só de terra (Jonatan Sarmento/Quatro Rodas)

Tatuí (SP) tem o gentil apelido de Cidade Ternura.

Mas não há ternura nenhuma com os veículos Ford testados no Campo de Provas inaugurado na cidade em 1978: são 50 km de pistas, sendo 9 km de asfalto e 41 km de terra, além de laboratórios, oficinas, rampas, lombadas, pedras, buracos, ondulações, paralelepípedos, tanque de água e piscina de lama que permitem ao todo realizar 80 tipos de testes.

Ali, os carros sofrem, mas os pilotos se divertem.

4,6 milhões de km de área total, sendo 3,6 milhões de mata nativa

50 km de pistas, sendo 41 km de terra e 9 km de asfalto

250 milhões de km percorridos em testes durante 40 anos

3 laboratórios testam motores, suspensão, emissões, partida a frio, níveis de ruído e outros

5 outros Campos de Prova da Ford, como o de Tatuí, existem no mundo: dois deles ficam nos EUA, dois na Europa e um na China.

 (Jonatan Sarmento/Quatro Rodas)

 (Divulgação/Ford)

Trechos com diversos obstáculos para teste dos componentes de suspensão: pedras, buracos, ondulações, valas, trilhos de trem ou paralelepípedos.

 (Divulgação/Ford)

Aqui as placas de máxima indicam 140 km/h, um sonho distante das estradas. São colocados à prova aceleração, durabilidade, comportamento dinâmico, estabilidade, suspensão e freios.

 (Divulgação/Ford)

Testes exclusivos para transmissões, simulando uso severo em subidas, descidas e curvas.

 (Divulgação/Ford)

Nesta área são realizados inúmeros testes fora de estrada, desde vedação contra poeira até estabilidade em piso escorregadio, como pedriscos e cascalho solto em meio a curvas fechadas.

Há também uma área exclusiva para veículos 4×4, com direito a morros com inclinação de 45% e poço de lama.

 (Divulgação/Ford)

Três unidades são responsáveis pela calibração e homologação de motores e por uma série de testes, que vão desde emissão de poluentes até barreira de impacto, passando por nível de ruído, partida do motor em temperaturas até -30 oC e simulador de rodagem.

Lá encontra-se uma oficina dedicada à construção de protótipos.

 (Divulgação/Ford)

Avalia a capacidade de travessia de trechos alagados e a vedação da cabine.

 (Divulgação/Ford)

Neste local se concentram os testes de comportamento em situações urbanas, como durabilidade, retomada, arrefecimento e conforto.

 (Divulgação/Ford)

As inclinações de 12% a 30% avaliam capacidade de partida em subida, sistemas de câmbio automático em subida e descida e os controles de tração.

Tatuí foi escolhida por razões estratégicas: chove pouco lá e seus 146 km de distância para a cidade de São Paulo a mantém longe do olhar de curiosos.

Na época da Autolatina (1987-94), os carros da VW também eram testados em Tatuí.

Como o Campo de Provas era uma antiga fazenda, a Ford aproveitou uma plantação de milho que existia ali para treinamento de uso dos tratores que fabricou no Brasil, nos anos 70 e 80.

Para fazer a homologação do EcoSport para o mercado chinês, a Ford precisou importar lombadas da China, pois lá elas são de plástico e têm formato diferente das usadas no Brasil.

No Campo de Provas, são desenvolvidos diversos veículos. Alguns chegam ao mercado, como o Ka Trail, e outros não, como uma nova versão do Ka XR com motor 2.0, que só ficou no papel.

Em Tatuí, foi desenvolvido um exemplar único do Escort XR3 para servir de safetycar do GP do Brasil de F-1 em 1984. Ele inspirou uma série especial do modelo, hoje raríssima.

O trabalho mais recente do Campo de Provas foi calibrar e homologar o motor do Mustang para a gasolina brasileira, que contém etanol na sua composição.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 JAN
Renault Kwid tem novo recall: berço do motor pode se romper

Renault Kwid tem novo recall: berço do motor pode se romper

Defeito está no berço do motor, onde estão presos componentes da suspensão (Divulgação/Renault) A Renault está convocando para recall 1.918 unidades do Kwid. O motivo, de acordo com a fabricante, é a não conformidade da solda do berço do motor, que poderá se romper. Elementos da suspensão dianteira são fixados no berço do motor. Caso ele se rompa, pode ocorrer perda da dirigibilidade com risco de acidente e de lesões aos... Leia mais
19 JAN
Mitsubishi terá carros sem retrovisores externos a partir de 2019

Mitsubishi terá carros sem retrovisores externos a partir de 2019

O Mitsubishi CA-MiEV, de 2013, já antecipava a tendência de retirar os retrovisores (Divulgação/Mitsubishi) Bem longe dos seus tempos áureos, a Mitsubishi vive uma fase de renovação. Ela terá seis novos modelos até 2020 e pretende colocar bastante tecnologia neles. Tanto que sequer terão retrovisores. A fabricante japonesa diz ter desenvolvido as melhores câmeras para uso automotivo. Elas serão responsáveis por substituir os... Leia mais
19 JAN
Teste: Subaru Forester L, uma aposta no custo-benefício

Teste: Subaru Forester L, uma aposta no custo-benefício

Forester está na quarta geração, que chegou às lojas em 2012 (Christian Castanho/Quatro Rodas) A Subaru sempre alardeou qualidades técnicas para vender seus carros, destacando a tecnologia do motor boxer e do sistema de tração integral, principalmente. Desde o final de 2017, porém, a marca mudou o discurso em relação ao SUV Forester, adotando o argumento da melhor relação custo-benefício.  Em novembro passado, a Subaru... Leia mais
19 JAN
Vendas de picapes em 2017: Strada, Toro e Hilux dominam

Vendas de picapes em 2017: Strada, Toro e Hilux dominam

– (Montagem/Divulgação/Quatro Rodas) O ano passado pode ter sido o último em que a Fiat Strada liderou o segmento de picapes no Brasil. A boa notícia (para a FCA) é que, se for superada, provavelmente será pela Toro, que foi vice-colocada na categoria. Lançada em 2016, a picape intermediária emplacou 50.723 unidades em 2017, enquanto o veterano modelo derivado do Palio registrou 54.863 veículos. O desempenho da dupla surpreende se... Leia mais
19 JAN
Guia de Usados: Fiat Grand Siena

Guia de Usados: Fiat Grand Siena

Lançado em 2012, é basicamente o mesmo até hoje (Marco de Bari/Quatro Rodas) Derivado do Palio de segunda geração, o Grand Siena estreou aqui em 2012 posicionado entre o Siena EL (que usava a carroceria de 1997) e o Linea. Destacou-se pelo estilo próprio e pela evolução no espaço interno e nível de equipamentos. Virou um dos sedãs mais vendidos graças ao porta-malas de 520 litros e duas versões de acabamento. A básica,... Leia mais
19 JAN
Jeep Compass e Renegade estão até R$ 4 mil mais caros

Jeep Compass e Renegade estão até R$ 4 mil mais caros

Compass teve aumento de até R$ 4 mil para 2018 (Christian Castanho/Quatro Rodas) A Jeep aumentou os preços de seus dois modelos mais vendidos. A última mudança na tabela do Renegade tinha acontecido em agosto de 2017. Já o Compass, há pouco mais de três meses, em outubro. Os reajustes afetam todas as versões dos dois SUVs, que estão entre R$ 1.300 e R$ 4 mil mais caros. Não houve mudança na lista de equipamentos para justificar... Leia mais