Novidades

13 JUL

Opala completa 50 anos e colecionadores de Brasília reúnem raridades

O Opala, primeiro carro de luxo brasileiro a ser considerado "paixão nacional", completa 50 anos e vai ganhar uma festa neste domingo (15), em Brasília. Com direito a "parabéns a você" e um telão para assistir à final da Copa do Mundo da Rússia, o Clube do Opala pretende reunir cerca de 200 colecionadores e suas máquinas.

De acordo com o presidente do clube, Marcelo Araújo de Freitas, além de exposição com vários modelos de Opala, haverá food trucks e muita brincadeira para as crianças durante todo o dia. "É um evento para famílias inteiras", diz ele.

Lançado oficialmente na abertura do VI Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, em novembro de 1968, o Opala já nasceu "causando". O carro entrou no evento dirigido pelo piloto inglês de Fórmula 1 Stirling Moss. Como passageiras, havia oito misses.

Até 1992, quando deixou de ser fabricado, o Opala foi carro de presidente da República e altos executivos. Um sinônimo de luxo que chegou a ser o veículo mais caro do mercado nacional.

"Por isso mesmo, era um sonho de consumo difícil de ser alcançado", afirma Freitas, que tem 41 anos e nasceu em Taguatinga, no DF. O presidente do Clube do Opala de Brasília conta que desde criança desejava o carro, mas só em 2016 conseguiu comprar um modelo 1992, da última série Diplomata, cor vinho.

Ele não revela quanto pagou pelo veículo, mas diz que hoje um carro de colecionador não sai por menos de R$ 60 mil. "Mas o preço de um Opala não tem limite", afirma. Segundo Freitas, um associado do clube vendeu há pouco tempo, por R$ 170 mil, um Opala Diplomata Collector 1992.

"Era uma série limitada com 45 carros. Vinha com chaveiro banhado a ouro."

Na família do empresário brasiliense, há outras raridades. A mulher dele dirige um Opala rosa-pantera 1973/74. O carro foi um presente dele para comemorar 20 anos de união do casal.

O rosa-pantera também foi uma série limitada, em cor extravagante, feito especialmente para que os maridos agradassem as esposas com um carro de luxo. Mas na época, justamente por causa da cor, quem investiu relatou problemas na hora de revender.

De acordo com a General Motors/Chevrolet, em quase 24 anos, cerca de 1 milhão de Opalas foram produzidos no Brasil. O carro entrou para a história como o primeiro a ser fabricado na unidade de São Caetano do Sul (região industrial do ABCD paulista) da montadora.

Em 1992, a GM abandonou a produção e substituiu o Opala pelo Omega, que utilizava tecnologia mais moderna. Mas os apaixonados continuam fiéis, garante Freitas. Na casa dele, por exemplo, os filhos de 4, 8 e 22 anos já sonham em ter um na garagem.

"Paixão de pai pra filho, é ferrugem na veia."

  • Aniversário de 50 anos do Opala
    Data: domingo, 15 de julho
    Local: Clube do Opala de Brasília
    Endereço: Placa da Mercedes, quadra 02/ lote 12
    Horário: das 10h às 17h
    Entrada gratuita

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Fonte: G1

Mais Novidades

04 JAN
JAC confirma lançamento do SUV T40 automático

JAC confirma lançamento do SUV T40 automático

Visual do novo T40 automático será igual ao da versão manual (Christian Castanho/Quatro Rodas) A JAC Motors confirmou nesta quinta-feira (4) o lançamento do T40 automático no Brasil. A nova versão do SUV compacto adotará o mesmo câmbio do T5 e será apresentada no dia 16 de abril. O modelo também ganhará um novo motor, que substituirá o atual 1.5 usado pela versão manual. Segundo fontes da empresa, o novo motor será um 1.6 16V... Leia mais
04 JAN
Toyota Etios, Etios Sedan e SW4 estão mais caros

Toyota Etios, Etios Sedan e SW4 estão mais caros

Etios hatch e sedan sofre aumento de preço em todas as versões (Acervo/Quatro Rodas) A Toyota iniciou 2018 aumentando os preços de alguns modelos da sua gama. Etios, Etios Sedan e SW4 estão mais caros em todas as versões. Os reajustes variam entre R$ 210 até R$ 1.270. O menor acréscimo ficou por conta das versões Platinum dos Etios hatch e sedan: saltaram de R$ 66.320 e R$ 69.780 para R$ 66.530 e 69.990, respectivamente. Em outras... Leia mais
04 JAN
Citroën faz recall para fixar capô do C4 Picasso

Citroën faz recall para fixar capô do C4 Picasso

O recall envolve somente a atual geração do C4 Picasso e Grand C4 Picasso, lançada em 2016 (Quatro Rodas/Quatro Rodas) A Citroën do Brasil iniciou uma campanha de recall para a nova geração do C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Algumas unidades do monovolume tiveram a folha do capô fixada incorretamente à estrutura de apoio e podem causar vibrações ou até mesmo se soltar com o veículo em movimento. Os modelos afetados foram... Leia mais
03 JAN
Hyundai Creta está até R$ 1.590 mais caro

Hyundai Creta está até R$ 1.590 mais caro

Aumentos não afetam todas as versões do Creta (Pedro Bicudo/Quatro Rodas) O ano mudou e a tabela de preços do Hyundai Creta também passou por mudanças. E não foi para ficar mais barato. Os aumentos variam entre R$ 1.360 e R$ 1.590. Agora, o SUV compacto parte dos R$ 76.350 para o público comum – a versão Atittude automática, exclusiva para PcD, continua por R$ 69.990. A versão mais cara, Prestige, custa agora R$... Leia mais
03 JAN
Esquilos transformam Golf estacionado em estoque de comida

Esquilos transformam Golf estacionado em estoque de comida

O porta-luvas foi um dos lugares encontrados pelos esquilos para guardar seu estoque (Reprodução/Independent/Internet) Deixar o carro estacionado por muito tempo perto de áreas verdes pode gerar problemas que vão bem além da sujeira fecal de pássaros ou quedas de frutos sobre a carroceria. Um Volkswagen Golf que ficou estacionado por cinco semanas na Inglaterra virou dispensa de esquilos – e se transformou em uma despesa superior a... Leia mais
03 JAN
Longa Duração: sistema start-stop do Argo fica mais lento

Longa Duração: sistema start-stop do Argo fica mais lento

– (Christian Castanho/Quatro Rodas) A equipe da QUATRO RODAS é bem dividida no que diz respeito aos sistemas start-stop: há os que gostam e os que odeiam. Para o segundo time, a solução é simples: basta desativar o sistema por meio de uma tecla no painel. Para o primeiro grupo, no entanto, as coisas têm piorado com o passar do tempo com o Argo. “Notei que, após uma parada, o religamento do motor foi mais lento. Como estava em meio... Leia mais