Novidades

13 JUL

Mercedes-Benz Classe A sedã virá do México para o Brasil no ano que vem

A família de entrada da Mercedes-Benz vai crescer a partir do ano que vem. A fabricante alemã confirmou que lançará o Classe A sedã no Brasil no primeiro semestre de 2019.

Antes disso, a novidade estará no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em novembro.

Qual é a do A sedã?

O Classe A sedã apareceu pela primeira vez no Salão de Pequim, em abril deste ano. Ele é o quinto integrante da família de compactos da marca. Hoje, há o Classe A hatch, o sedã com jeito de cupê CLA, o crossover GLA e o monovolume Classe B.

Na China, ele será vendido com carroceria longa, com 4,61 metros de comprimento e 2,79 m de entre-eixos. A versão brasileira terá entre-eixos de 2,73 m, assim como no hatch. O porta-malas será de 420 litros.

Motorizações e equipamentos ainda não foram definidos. Mas ele deve trazer o novo 1.4 turbo de 163 cavalos, desenvolvido junto com a Renault, e o 2.0 turbo de 227 cv.

Vantagem comercial

O Classe A sedã será produzido no México. Com isso, chegará ao Brasil sem pagar imposto de importação, fruto de acordo comercial com o país latino-americano. Essa condição será um fator decisivo na hora de definir preços e volumes do novo modelo, que tem grande importância para a Mercedes.

“O Classe A sedã faz parte dos nossos planos. O CLA, que não é bem um sedã, abriu esse mercado para nós. Agora, vamos continuar a disputar esse segmento, com um novo produto”, disse o gerente de vendas da Mercedes-Benz, Dirlei Dias.

A fala do executivo ajuda a entender a ambição da Mercedes com o Classe A sedã. Hoje, o CLA não é capaz de fazer frente ao Audi A3 Sedan, o único sedã compacto das fabricantes premium alemãs.

Como o A3 Sedan é nacional, obviamente não paga imposto de importação. Ele custa entre R$ 120.990 e R$ 166.990. Já o CLA, que vem da Alemanha, tem seu preço afetado pela taxação. Sua tabela vai de R$ 137.900 a R$ 235.900.

CLA segue em linha

No ano passado, enquanto o A3 Sedan teve 2,8 mil unidades emplacadas, o CLA vendeu menos de 500 exemplares. A Mercedes até reduziu a desvantagem este ano, lançando uma nova versão de entrada do CLA, com motor de 122 cavalos e menos itens de série.

Ainda assim, entre janeiro e junho deste ano, o CLA continuou sendo derrotado pelo rival da Audi. Com o Classe A sedã, a Mercedes deve ter um produto mais adequado para a briga no segmento.

Mas isso não quer dizer que o CLA vai morrer. “Quando queremos aumentar nossas vendas, não podemos substituir um produto por outro. Temos que ter novos carros. Então, o CLA vai continuar a ser vendido, junto com o Classe A sedã”, completou Dias.

Fonte: G1

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais