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25 MAI

Os dez carros mais baratos do Brasil

 (Arte/Quatro Rodas)

Comprar um carro zero km com menos de R$ 45 mil é um desafio, mas ainda é possível. Reunimos aqui as versões de entrada dos dez carros mais baratos do Brasil.

Vale um spoiler: nem todos são carros 1.0 peladões.

Chery QQ Smile é o carro mais barato do Brasil (Divulgação/Chery)

Apesar de aumento recente, a versão de entrada do Chery QQ ainda detém o posto de carro mais barato do Brasil.

Para isso, tem apenas o trivial: há vidros elétricos dianteiros, Isofix, calotas, rádio com USB e dois alto-falantes.

Isso, além de airbags, freios ABS, cintos de três pontos e apoios de cabeça, obrigatórios para homologar um carro. 

Fabricado em Jacareí (SP), tem motor o 1.0 três-cilindros de 75 cavalos e 10,1 mkgf a 4.500 rpm, quando abastecido com álcool, e 74 cv e 9,7 mkgf com gasolina.

Renault Kwid Life, que custa a partir de R$ 32.490 (Divulgação/Renault)

Versão de entrada do Kwid já acumula R$ 2.500 de aumento: foi lançada há quase um ano por R$ 29.990.

De série, tem airbags frontais e laterais (quatro no total), Isofix, preparação para rádio, desembaçador do vidro traseiro, ajuste interno dos retrovisores, abertura interna do porta-malas, cintos dianteiros com ajuste de altura e encostos de cabeça laterais traseiros.

O motor é o 1.0 SCe de três cilindros (70 cv com etanol, 66 cv com gasolina) e torque de 9,8 kgfm/9,4 kgfm, na mesma ordem, a 4.250 rpm.

No Mobi Easy, até ar quente na ventilação é opcional (Divulgação/Fiat)

O Mobi básico mantém o motor 1.0 Fire, de quatro cilindros, com 75/73 cv, com etanol e gasolina.

O torque é de 9,9/9,5 mkgf a 3.850 giros.

Tem pouco além dos assentos, rodas, motor e câmbio. Tem rodas de aço aro 13?, brake light, banco traseiro bipartido, espelho no para-sol lados motorista e passageiro, e para-choques pintados.

E só há dois opcionais: desembaçador com ar quente, por R$ 550, e o kit Functional (travas e vidros elétricos, limpador e lavador do vidro traseiro e fiação para rádio) por R$ 1.997.

Assim como o Mobi, o Take Up! não vem com ar-condicionado (Leo Sposito/Quatro Rodas)

Apesar da reestilização ter deixado o Up! mais refinado, o compacto mantém a versão básica Take, com motor 1.0 três-cilindros MPI (aspirado) de 82 cv e 10,4 mkgf.

Não há luxo: tem de série rodas de aço aro 14?, banco do motorista com regulagem de altura, chave do tipo canivete, lavador, Isofix, limpador e desembaçador do vidro traseiro, iluminação no porta-malas e suporte para celular com entrada USB para carregar o telefone. 

Direção elétrica com coluna ajustável em altura, ar-condicionado, vidros dianteiros com acionamento elétrico e travamento das portas elétrico continuam concentrados no pacote “Take” completo, por R$ 4.900 adicionais.

Onix Joy mantém visual antigo: apenas as rodas (opcionais) são novas (Chevrolet/Divulgação)

O Onix Joy mantém vivo o antigo design do modelo. Perdeu o acabamento cromado nas maçanetas e em volta dos comandos de climatização, mas recebeu a suspensão recalibrada das versões mais caras.

O motor é o mesmo 1.0 de 80 cv e 9,8 mkgf da versão LT. 

De série, tem ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros elétricos, alerta de mudança de marcha, limpador e desembaçador traseiro, Isofix e sistema OnStar.

C3 Start é equipadinho, tem motor mais forte e não é dos mais caros da lista (Divulgação/Citroën)

O C3 Start é o único do ranking que não tem motor 1.0. Usa um 1.2 três-cilindros de 90/84 cv e 15,2/12,2 mkgf a 2.750 rpm.

Porém, também é o único vendido apenas na internet: nas lojas só se encontra a versão Attraction, de R$ 49.990. 

De série, tem ar-condicionado, refrigeração, vidro traseiro com desembaçador temporizado, lanterna de neblina, travas das portas e porta-malas com comando à distância na chave, rádio com Bluetooth e volante com regulagem de altura e profundidade. 

Ainda entram na conta direção elétrica, vidros dianteiros com acionamento elétrico, retrovisores externos com ajustes elétricos, computador de bordo e rodas de aço aro 15 polegadas e pneus 195/60 R15.

Versão 1.0 Drive é a mais em conta do Uno (Divulgação/Fiat)

A Fiat já anunciou que restará apenas a versão Drive na gama de versões do Uno. Ela combina o motor 1.0 três cilindros de 72/77 cv e  10,4/10,9 mkgf a 3.250 rpm e um bom pacote de equipamentos.

Há monitor de pressão dos pneus, ar-condicionado, direção elétrica, faróis de neblina, computador de bordo, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, central multimídia e volante multifuncional para comando das funções do computador de bordo.

Hyundai HB20 Unique (Divulgação/Hyundai)

A nova versão de entrada do HB20 nada mais é do que a antiga versão Comfort com outro nome.

A diferença fica por conta da grade frontal Mesh Type com contorno cromado.

A lista de equipamentos de série inclui ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de inclinação, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, computador de bordo, rádio com Bluetooth e Isofix.

Apenas o Sandero Authentique tem retrovisores e maçanetas sem pintura (Divulgação/Renault)

O Sandero básico tem, ao menos, o trivial na lista de equipamentos.

Ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, rodas de aço aro 15?, desembaçador do vidro traseiro, indicador de trocas de marcha, Isofix, vidros dianteiros elétricos e travas elétricas.

Seu motor 1.0 SCe é mais potente que o usado no Kwid. Tem 82/79 cv e 10,5/10,2 mkgf de torque a 3.500 rpm.

Ford Ka S é o mais básico dos Ka (Divulgação/Ford)

Foi só o Ford Ka SE (R$ ) ficar mais caro que a Ford reagiu com o lançamento do Ka S para ocupar o posto de versão de entrada abaixo dos R$ 45 mil.

De fábrica, tem ar-condicionado, direção elétrica, travas elétricas, ganchos Isofix para cadeirinhas e suporte para celular no painel – ocupando o lugar destinado ao sistema multimídia.  

Rádio e vidros elétricos nas portas dianteiras não figuram nem na lista de opcionais.

Fonte: Quatro Rodas

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