Novidades

24 MAI

Guia de usados: Peugeot 208

Versão Griffe traz luzes diurnas de leds e rodas aro 18 (Marco de Bari/Quatro Rodas)

A categoria dos hatches compactos premium continua sendo uma das mais disputadas do mercado.

É o habitat do Peugeot 208, que há cinco anos cativa sua clientela pelo estilo singular, acabamento caprichado e uma boa dose de desempenho e equipamentos.

A versão de maior sucesso é a Active com motor 1.5 flex de 8 válvulas e  93/89 cv.

Ágil, é rápido nas acelerações e retomadas e traz duplo airbag, ABS, cinto de três pontos para todos, lanternas com leds, direção elétrica e computador de bordo.

Logo acima há a Active Pack, que adiciona faróis de neblina, rodas de liga, espelhos elétricos, volante de couro e central com Bluetooth e tela touch.

São os mesmos itens da Allure, que se diferencia pelo teto panorâmico.

Bom espaço para quatro e um porta-malas de 265 litros (Marco de Bari/Quatro Rodas)

O câmbio automático sequencial AL4 de quatro marchas também fez sucesso, sempre com o 1.6 16V de 122/ 115 cv.

Até 2014 foi exclusivo da versão top, Griffe, caracterizada por rodas de liga aro 16, luzes diurnas de led (DRL), ar digital bizona, sensores de faróis, chuva e de ré e piloto automático.

Todas as versões agradam pelo quadro de instrumentos elevado, espaço adequado a quatro adultos (graças aos 2,54 m de entre-eixos) e 285 litros de porta-malas.

Integrante da frota de Longa Duração, o 208 encarou bem o desafio de rodar 60.000 km, merecendo ressalvas apenas nos componentes da suspensão.

A linha 2017 trouxe uma grade mais robusta e lanternas com máscara negra. A central recebeu espelhamento para celular e o motor 1.5 deu lugar ao econômico Pure Tech 1.2 flex de três cilindros de  90/84 cv.

Com exceção do Active, todas as versões ganharam airbags laterais.

Quem gosta de acelerar não deve se iludir com o Sport 1.6 Flex 16V. Desempenho, só no 208 GT, com o 1.6 THP flex e o câmbio manual de seis marchas.

São 173 cv para ir de 0 a 100 km/h em 8,2 s e 218 km/h de máxima.

Tem seis airbags, rodas aro 17, suspensão recalibrada e freios a disco nas quatro rodas.

O maior problema do 208 continua sendo as autorizadas, muitas vezes incapazes de seguir seu plano de manutenção.

Mas é inegável que também elas progrediram, com uma nova política de revisões a preços fixos, mão de obra mais barata para veículos fora da garantia de três anos e baixo custo das peças de reposição.

A transmissão de quatro marchas requer cuidados (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Câmbio automático – A transmissão de quatro marchas (AL4) requer cuidados: verifique se não está travada em terceira marcha (modo de segurança), se funciona sem trancos, retenção indevida de marchas ou avisos de erro no painel. O fluido deve ser trocado a cada 80.000 km.

Turbo – Negligência na manutenção do motor 1.6 THP pode resultar em excesso de fumaça em marcha lenta ou no intervalo entre as trocas de marcha.

Pode indicar uma turbina danificada ou no fim de vida útil, reparo que vai de R$ 3.000 a R$ 6.500.

Suspensão – É o ponto mais criticado do modelo: verifique se não há indícios de vazamento nos amortecedores e danos em itens como buchas de bandeja, batentes e bieletas, facilmente identificados em ruas de piso irregular.

Freios – As versões com transmissão automática são conhecidas pelo elevado desgaste dos freios.

A boa notícia é que esses discos e pastilhas são encontrados a bons preços tanto na rede autorizada quanto no mercado paralelo.

Recalls – Foram três convocações para veículos fabricados entre maio de 2013 e outubro de 2015.

Envolvem buchas dos braços da suspensão dianteira, rebites nos braços da suspensão dianteira e chicote elétrico do limpador de para-brisa. 

O que eu adoro – “O que mais agrada é o baixo consumo do motor 1,2, realmente econômico. É um carro bonito e bem equipado: piloto automático, ar-condicionado digital de duas zonas e teto panorâmico fazem a diferença.”

O que eu odeio – “Falta fôlego ao motor em baixas rotações. A suspensão é frágil e transmite as irregularidades do piso. O pós-venda não chega a ser ruim, mas é preciso brigar para que o serviço seja satisfatório.” 

 (Acervo/Quatro Rodas)

Abril de 2013 – “O 208 supera seu antecessor sob diversos aspectos. A começar pelo porte – ele é 10 cm maior no comprimento e no entre–eixos. (…) O painel de instrumentos obriga o motorista a olhar para os mostradores por cima do volante e não através do aro, como de costume. (…) A direção elétrica é direta e precisa, com respostas rápidas.”

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

13 FEV

Caoa Chery lança Tiggo7 a partir de R$ 106.990

A Caoa Chery lançou nesta quarta-feira (13) o Tiggo7, maior SUV da fabricante, até então. Ele será oferecido em duas versões, T e TXS, com preços de R$ 106.990 e R$ 116.990, respectivamente. O Tiggo7 é o segundo modelo a ser produzido na fábrica da Caoa em Anápolis (GO). Ele divide a linha de produção com o Tiggo 5X e com os Hyundai Tucson e ix35, este último, um rival direto. Falando em concorrentes, o maior deles será o Jeep Compass, o SUV mais vendido do país. Na... Leia mais
13 FEV

Caoa Chery Tiggo 7: SUV chinês chega com porte de Compass e preço de HR-V

Faróis contam com acendimento automático de série (Caoa Chery/Divulgação)Carros chineses ainda não estão no mesmo patamar de qualidade geral dos produtos de marcas consagradas. Mas, a julgar pelo que vi do Tiggo 7, SUV que a Caoa Chery começa a vender ainda em fevereiro, o jogo pode estar prestes a mudar.Com 4,51 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,67 m de altura e 2,67 m de entre-eixos , o Tiggo 7 tem porte de Compass (respectivamente, 4,42 m, 1,82 m, 1,64 m e 2,64... Leia mais
13 FEV
Flagramos a Mercedes Classe X V6, futura picape mais potente do Brasil

Flagramos a Mercedes Classe X V6, futura picape mais potente do Brasil

Classe X V6 foi flagrada sem camuflagem (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)Classe X V6 foi flagrada sem camuflagem (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)A Volkswagen Amarok V6 pode perder em breve o título de picape média mais potente e forte do Brasil. Sua rival direta, a Mercedes Classe X V6, já circula pelo país sem camuflagem, e foi flagrada pelo jornalista da QUATRO RODAS Henrique Rodriguez.A picape usa como base a Nissan Frontier e será fabricada em Córdoba, Argentina, ao lado da irmã... Leia mais
13 FEV

Nissan confirma SUV rival do Compass e diz que Versa vai ficar mais sofisticado

Depois de apresentar o X-Trail em sua versão híbrida no Salão do Automóvel de São Paulo, a Nissan confirmou nesta quarta-feira (13) que irá vender o SUV no país. O modelo será posicionado acima do Kicks, no segmento médio, e deve concorrer com o Jeep Compass, o utilitário esportivo mais vendido do Brasil em 2018. Apesar da confirmação, a fabricante não deu detalhes importantes, como data de chegada ou versões que serão disponibilizadas. Segundo o presidente da... Leia mais
13 FEV

SUV Nissan X-Trail volta ao Brasil só na próxima geração, sem ser híbrido

O X-Trail só seria viável no Brasil se fosse nacional ou importado da Argentina ou México (Divulgação/Nissan)A Nissan está decidida a trazer o SUV compacto-médio X-Trail de volta ao Brasil, mas esqueça a unidade híbrida exibida no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro passado.O utilitário esportivo, que concorre no segmento do Jeep Compass, só será importado depois que trocar da terceira para a quarta geração.A terceira geração do X-Trail, também chamada de Rogue em... Leia mais