Novidades

09 MAI
Made in Brasil: atributos que só o Atego nacional apresenta

Made in Brasil: atributos que só o Atego nacional apresenta

Pelo Brasil: o Atego da Expedição Vozes do Futebol passou pelas cinco regiões do país (João Castellano/Abril Branded Content)

A Expedição Vozes do Futebol percorreu o Brasil em busca de histórias dos profissionais da estrada ligadas ao mundo do esporte. Durante 40 dias, foram mais de 10 000 quilômetros cobertos, período no qual o Atego 2430 visitou 15 dos 26 estados brasileiros – números que dão uma boa ideia da imensidão do nosso território. Nessa maratona, além das grandes distâncias, o semipesado passou por muitas das situações peculiares que os caminhões encontram só no nosso país.

São características únicas que fazem mesmo um caminhão de projeto global, como é o caso do Atego, passar por um processo de adequação para melhor atender às necessidades e preferências nacionais. “Há certos aspectos que são bem particulares em relação ao restante do mundo”, explica Marcos Andrade, gerente de marketing da Mercedes-Benz Caminhões. Não por acaso, na planta brasileira localizada em São Bernardo do Campo (SP) está o maior Centro de Desenvolvimento Tecnológico de Ônibus e Caminhões da Mercedes-Benz fora da Alemanha, inaugurado em 1991.

Para dar tranquilidade aos motoristas que atravessam trechos isolados, onde postos de combustível são raros, o semipesado oferece a opção de um tanque adicional, totalizando 600 litros – o padrão é de 300 litros.

Para resistir às más condições de conservação das rodovias, enfrentar estradas de terra e entrar no meio das plantações para carregar a produção do agronegócio nas fazendas ou, ainda, encarar lombadas e valetas para realizar entregas para o consumidor final nos centros urbanos, o Atego recebe peças mais robustas em sua suspensão. Nessas condições, o chassi é submetido a maiores esforços de vibração e torção e, sem esse reforço, a suspensão teria sua vida útil bem reduzida.

Robustez: para enfrentar as diversas condições de estrada existentes no Brasil, o Atego foi equipado com suspensão reforçada (João Castellano/Abril Branded Content)

O relevo irregular brasileiro, cheio de estradas que cortam planaltos e cidades em regiões acidentadas, como Belo Horizonte, também demandou modificações. O Atego recebeu transmissões com um escalonamento mais amplo, com as primeiras marchas mais curtas (mais força nas subidas) e as demais marchas alongadas (para o motor trabalhar dentro da faixa verde de rotação em velocidade de cruzeiro, gerando economia de combustível).

“Também aumentamos os ângulos de ataque e saída do Atego, oferecendo um pacote que chamamos de ‘robustez’”, diz Andrade, referindo-se às condições de pistas que o caminhão consegue superar, como estradas não pavimentadas, lombadas e valetas, sem raspar a frente ou a traseira. Além de para-choques e escada de acesso à cabine mais elevados, os modelos nacionais também podem receber o protetor de cárter.

A família Atego também tem modelos com novas configurações de tração, específicas para atender às necessidades do mercado nacional. As versões 8×2, como o 3030 e o 3026, apresentam a instalação de um segundo eixo dianteiro no caminhão – popularmente conhecido como bi-truck – capaz de aumentar a capacidade de carga em até 6 toneladas. Já o Atego 2730 é a versão 6×4 da família, muito utilizada na construção civil e no setor de agronegócio.

As partículas de poeira das estradas de terra podem ter um efeito devastador em muitos componentes de borracha, que sofrem atrito, ou, ainda, em componentes eletrônicos. Andrade explica que esse problema é mais acentuado no Centro-Oeste, já que o pó naquela região é mais fino e abrasivo.

Tudo isso teve efeitos diretos no Atego brasileiro. Os freios são a tambor, que nessas condições oferecem maior durabilidade que os a disco. Além disso, vários módulos eletrônicos foram reposicionados para locais mais “escondidos”.

A cabina vem com materiais de fácil limpeza. O climatizador, no teto, torna a viagem mais agradável (João Castellano/Abril Branded Content)

Foram desenvolvidos materiais de vinil e tecidos especiais, mais fáceis de limpar, para a cabine do modelo nacional. O habitáculo ainda conta com um climatizador para permitir que o motorista durma com a temperatura interna agradável sem precisar abrir as janelas e sem exaurir a bateria com o uso do ar-condicionado.

Os bancos também são especialmente criados para o mercado nacional, adequados à estatura média do brasileiro – que é mais baixa que a média europeia. Além disso, a percepção de conforto do brasileiro é diferente da do europeu. Por aqui, a preferência é por bancos e colchões mais macios, enquanto no Velho Continente peças com densidades mais duras são as preferidas. A Mercedes-Benz acabou de criar uma nova linha de bancos. “O principal desafio foi o de atender a essa percepção de conforto, mas sem jamais descuidar da ergonomia e da saúde do motorista”, diz Andrade.

O colchão foi pensado para atender às preferências de conforto brasileiras (João Castellano/Abril Branded Content)

Ao longo dos mais de 60 anos de produção de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz no Brasil, a estrela de três pontas tornou-se um xodó dos motoristas, que revelam em pesquisas não abrir mão da sua presença na frente do bruto. “Principalmente no segmento semipesado, existe uma identidade muito forte entre o caminhoneiro e os modelos da Mercedes-Benz”, diz Andrade. “Por isso, a estrela tem um peso muito grande.” Um verdadeiro selo de qualidade.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

18 DEZ

Audi e-tron enfrenta os desafios de ser elétrico e SUV ao mesmo tempo

O visual do e-tron mistura elementos do Q5, Q7 e Q8 (Julia Schäfer/Audi)Poucas coisas são tão ineficazes do ponto de vista energético do que um SUV. Por isso mesmo, quase não faz sentido fazer um modelo deste segmento com motorização elétrica.Mas estrear nesse segmento com um carro da categoria que mais cresce no mundo é uma forma de garantir melhores vendas com os ainda caros modelos desprovidos de motor a combustão.A lanterna central é funcional e recebe as luzes de... Leia mais
18 DEZ

Calendário de pagamento do IPVA 2019 na Paraíba é divulgado

O calendário de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) na Paraíba, referente ao ano de 2019, foi publicado nesta terça-feira (18) pela Secretaria de Estado da Receita (SER) no Diário Oficial Eletrônico do órgão (Doe-SER). Confira o calendário completo do IPVA 2019 da Paraíba As regras para pagamento do tributo - como, por exemplo, desconto de 10% na cota única à vista, parcelamento em até três vezes - e o calendário ampliado para... Leia mais
18 DEZ

IPVA 2019 fica cerca de 3,34% mais barato para motoristas de SP

Imposto ficará mais barato devido à desvalorização dos veículos no varejo (Carlos Hauck/Quatro Rodas)O IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) em São Paulo ficará, em média, 3,34% mais barato, de acordo com a Secretaria Estadual da Fazenda.Os valores foram reduzidos devido à queda nos preços de vendas de veículos praticados no varejo, segundo levantamento feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).As datas de vencimento já estão... Leia mais
18 DEZ

Fusca 1967, de única dona, é restaurado depois de rodar 560 mil quilômetros

A americana Kathleen Brooks, da Califórnia, comprou seu Fusca em dezembro de 1966 sem imaginar que o carro, apelidado de Annie, seria seu parceiro de estrada até hoje. Opala completa 50 anos, e fãs falam sobre amor pelo clássico: 'Nada desagrada'Aposentada, Kombi completa 60 anos da 1ª unidade feita no Brasil Passados mais de 51 anos e 560 mil quilômetros rodados, a Volkswagen conheceu a história dela e seu amado "Fusquinha" e resolveu restaurar o veículo, que é de modelo... Leia mais
18 DEZ

Dez utilitários que fracassaram porque não são tão utilitários assim

– (reprodução/Internet)A Ford lançou na linha 1985 a tração 4×4 para Pampa e Belina, mas a versão afundou na lama com a fragilidade do sistema – o diferencial traseiro da Belina da nossa frota de Longa Duração quebrou tantas vezes que nossos jornalistas decidiram não usar mais o 4×4. Deixou de ser oferecida na linha 1987.– (reprodução/Internet)A cearense Troller tinha como plano vender 1.200 picapes Pantanal em 2006, mas só emplacou 77 veículos em dois anos. Ao comprar a... Leia mais
18 DEZ

União Europeia se compromete a cortar emissões de carros em 37,5% até 2030

A União Europeia (UE) assumiu nesta segunda-feira (17) um compromisso para corte de emissões de dióxido de carbono de carros e vans, resolvendo as diferenças entre países produtores de carros e parlamentares de maior consciência ambiental. Limite mais duro para emissões em caminhões valerá a partir de 2022 no Brasil "Chegamos a um compromisso para cortar emissões de carros em 37,5% e de vans em 31% até 2030”, disse Miguel Arias Cañete, responsável pelo setor de... Leia mais