A tributação mais que dobrou para alguns combustíveis, como a gasolina (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Desde 13 de janeiro está proibido, em todo o Estado de São Paulo, abastecer o carro além do limite da bomba – também conhecido como “clique”. A limitação foi imposta pela lei 16.656/18, do deputado estadual Marcos Martins (PT). De acordo com o texto legal, os postos de combustível só estão autorizados a seguir com o abastecimento após o desarme em veículos “em que houver o desligamento precoce do bico [de abastecimento]”. Quadro de instrumentos pequeno permanece no Ka (Divulgação/Ford) A lei pode parecer estranha, especialmente para quem costuma pedir para o frentista arredondar o valor final para facilitar o troco. O motivo da imposição, porém, é nobre. A ideia é evitar que o cânister seja contaminado com combustível líquido, perdendo assim sua eficácia. Função do cânister é coletar e filtrar o vapor do combustível (Extreme Auto Parts/Divulgação) O cânister é um equipamento que filtra o vapor do combustível, evitando que gases tóxicos escapem para a atmosfera quando o bocal do tanque é aberto. Ao se abastecer “até a boca”, porém, existe a possibilidade do combustível líquido entrar no cânister, encharcando o elemento filtrante e reduzindo a eficácia do dispositivo.
Fonte:
Quatro Rodas



02 MAR
Arredondar valor do reabastecimento agora é proibido em SP
Mais Novidades
20 FEV
Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato
Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação)
A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil.
Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas...
Leia mais
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente
Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação)
A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate.
Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões.
O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997...
Leia mais
20 FEV
Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil
Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo (Otávio Silveira/Quatro Rodas)
Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista.
Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado...
Leia mais
20 FEV
Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar
A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional (Paulo Bau/Quatro Rodas)
Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem...
Leia mais
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019
Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação)
Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles.
Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer.
Como a plataforma não...
Leia mais
20 FEV
Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?
Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas)
Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ)
Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a...
Leia mais