O Audi A6 Sedan 2019 aparece ao público no Salão de Genebra (Divulgação/Audi) Depois de ter algumas imagens vazadas, a Audi revelou de forma oficial o novo Audi A6 2019. O sedã de luxo alemão estreia em alguns dias no Salão de Genebra, Suíça. O design exterior segue o novo padrão visual da Audi, alinhando-o aos irmãos maiores A7 e A8. Em relação à geração anterior, a grade dianteira em forma de hexágono ficou maior e no para-choque, as saídas de ar foram redesenhados – os faróis em led também mudaram, dando um apelo mais esportivo. O novo sedã pouco mudou no design exterior (Divulgação/Audi) A nova geração deixou o A6 levemente maior, são 4,94 m de comprimento. O porta-malas comporta 530 litros e as rodas são de liga leve de 21 polegadas. O interior impressiona. O quadro de instrumentos digital é o conhecido Virtual Cockpit com tela de 12,3 polegadas com alta resolução que reproduz, além dos dados clássicos de um quadro de instrumentos, informações de GPS e de música. No centro do painel, outra tela de 10,1 polegadas é responsável pelos comandos principais do sistema multimídia, acompanhada de um sistema de som da grife Bang e Olufsen. Interior está completamente renovado e as telas elimina quase todos os botões físicos (Divulgação/Audi) Uma nova tela de 8,6 polegadas no console, à frente da alavanca do câmbio, controla a climatização, assentos e os modos de condução – semelhante ao Range Rover Velar. O sistema MMI conta com a opção de navegação plus, que possibilita ao A6 a função de auto-aprendizagem. Esse recurso se baseia nas últimas rotas do motorista e indica para ele para caminhos mais curtos ou livres de trânsito. Atrás todo o espaço interno de um sedã e comandos para o ar-condicionado (Divulgação/Audi) O novo Audi A6 Sedan 2019 terá duas opções de motorização em seu lançamento. O V6 3.0 a gasolina com 345 cv e 50,1 mkgf, com transmissão de dupla embreagem S tronic de sete marchas e o V6 3.0 TDI com 290 cv e 63 mkgf, com câmbio automático Tiptronic de oito marchas. Sempre com tração integral. Motores do Audi A6 terá ação híbrida-leve para aliviar os motores a combustão (Divulgação/Audi) As duas opções são acompanhadas por um motor elétrico de 48 Volts. No entanto, esse motor não transforma o A6 em um híbrido, mas auxilia em retomadas para contribuir com a redução de consumo de combustível. Este sistema de motores trabalhando em dupla alimenta o motor de arranque da função do StarteStop, acelerando o carro a até 22 km/h. A recuperação energética opera entre 55 km/h e 160 km/h. De acordo com a Audi, a redução de consumo é de cerca de 0,7 litro a cada 100 km. O design exterior se aproxima ao dos irmãos maiores A7 e A8 (Divulgação/Audi) Segundo a empresa das argolas, o sedã de luxo acelera de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos – próximo do A7 com 5,3 segundos. A velocidade máxima é limitada a 250 km/h. O novo Audi A6 Sedan 2019 chega para disputar espaço no mercado com o Mercedes-Benz Classe E e o BMW Série 5.
Fonte:
Quatro Rodas






28 FEV
Novo Audi A6 2019 é mais legal por dentro do que por fora
Mais Novidades
18 JUN
Teste: Renault Kwid Life, o mais barato de todos
Mesmo sem rádio, versão Life tem antena e até dois alto-falantes (Leo Sposito/Quatro Rodas)O desenho das calotas aro 14 entrega: este é o Renault Kwid Life, a tal versão básica de R$ 32.490. Se tivesse sido lançada há dez anos, ela nem sequer teria calotas, para-choques pintados e as rodas seriam de 13 polegadas, com pneus mais baratos. Mas são outros tempos.As calotas aro 14 são exclusivas (Leo Sposito/Quatro Rodas)A Renault foi esperta. Preferiu não mudar o design do Kwid, seu...
Leia mais
18 JUN
Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade
A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ...
Leia mais
18 JUN
Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca
A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e...
Leia mais
18 JUN
Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT
O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei...
Leia mais
18 JUN
Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção
A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e...
Leia mais
18 JUN
Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode
Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei...
Leia mais