Forester está na quarta geração, que chegou às lojas em 2012 (Christian Castanho/Quatro Rodas) A Subaru sempre alardeou qualidades técnicas para vender seus carros, destacando a tecnologia do motor boxer e do sistema de tração integral, principalmente. Desde o final de 2017, porém, a marca mudou o discurso em relação ao SUV Forester, adotando o argumento da melhor relação custo-benefício. Em novembro passado, a Subaru lançou uma versão mais simples do Forester, posicionando o SUV em faixa de preço imediatamente abaixo de suas outras versões e deixando de brigar apenas no segmento premium, onde está o Audi Q3, por exemplo, para encarar rivais do calibre de Mitsubishi ASX e Jeep Compass. Motor boxer ajuda a abaixar o centro de gravidade do SUV (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Forester L custa R$ 118.990, enquanto as versões Sport e Turbo, que já existiam, saem por R$ 131.900 e R$ 162.600, respectivamente. Como não existe almoço grátis, ao ficar mais barato, o Forester perdeu conteúdo. Ele não tem alavancas para trocas de marchas no volante, teto solar, bancos de couro e abertura elétrica do porta-malas, entre outros itens presentes nas versões mais caras. Apesar disso, porém, o Forester L se manteve bem equipado. Comandos ficam todos próximos das mãos (Christian Castanho/Quatro Rodas) A lista de itens de série inclui seis airbags; ar-condicionado dual zone; tecla Sport (altera o mapa do câmbio), sistema X Mode (ajusta transmissão e freio para condução off-road), câmera de ré; piloto automático; computador de bordo, central multimídia e ESP. O acabamento manteve seu padrão de qualidade, tendo o painel de material emborrachado com apliques de plástico nas cores preto brilhante e titânio, e couro no volante e na alavanca do câmbio. Há ainda extensores nos para-sóis e descansa-braço entre os assentos. Bancos são de tecido, mas acabamento é de boa qualidade (Christian Castanho/Quatro Rodas) A cabine do SUV acomoda cinco pessoas (Christian Castanho/Quatro Rodas) Tecnicamente, o Forester L tem o mesmo conjunto mecânico do Sport, com o motor 2.0 16V de 150 cv e o câmbio automático CVT (o Turbo tem motor 2.0 16V de 240 cv e câmbio CVT com oito marchas fixas). Motor boxer ajuda a abixar o centro de gravidade do SUV (Christian Castanho/Quatro Rodas) Ao volante, assim como os irmãos, o modelo tem um comportamento equilibrado, graças à tração integral e ao motor de cilindros opostos (que contribui para abaixar o centro de gravidade), as tais qualidades mencionadas no início do texto. Mas também tem carroceria firme (com elevada rigidez torcional) e um conjunto direção/suspensão eficiente (ao mesmo tempo que privilegia o conforto). Já o rendimento é apenas mediano. Comportamento dinâmico ainda é um destaque positivo (Christian Castanho/Quatro Rodas) Em nossa pista, o Subaru acelerou de 0 a 100 km/h em 13,3 segundos (1 segundo mais lento que o Compass Longitude 2.0 flex). No consumo, o Forester ficou com as médias de 9,1 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada (contra, respectivamente, 8 km/l e 11 km/l, do Jeep). Porta-malas tem capacidade de 505 litros (Christian Castanho/Quatro Rodas) Se ao lançar uma nova versão do Forester a Subaru tem a intenção de aumentar sua presença em nosso mercado, ela está no caminho certo porque o menor preço fala mais alto ao bolso do consumidor do que os (bons) argumentos técnicos. Na versão L, o Forester ficou menos equipado, mas em compensação ganhou um preço mais acessível
Fonte:
Quatro Rodas
Veredicto
Teste: Subaru Forester L, uma aposta no custo-benefício
Mais Novidades
O maior colecionador de QUATRO RODAS
Caetano: várias revistas repetidas como reserva (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)
Em 57 anos, já contamos a história de muitos colecionadores de carros, mas é a primeira vez que falamos do maior colecionador da QUATRO RODAS.
O engenheiro Francisco Caetano, 34 anos, possui 2.000 edições. Além das mensais, tem todos os especiais já publicados, como coletâneas e livros.
“Da maioria das revistas tenho dois exemplares, para sempre...
Leia mais
GM lançará novo modelo global na Argentina e Brasil em 2020
Marca investirá R$ 13 bilhões no Brasil até 2020 (Chevrolet/Divulgação)
A General Motors investirá US$ 300 milhões para fabricar um novo veículo global na Argentina. A marca não revelou detalhes sobre a novidade, limitando-se a informar que o carro “faz parte de uma nova linha de modelos globais destinados a novos segmentos”.
Seu lançamento ocorrerá em 2020 e o carro também será exportado para o Brasil. Carlos Zarlenga,...
Leia mais
Encosto de cabeça sem regulagem de altura é perigoso em batidas?
O encosto protege a cabeça contra impactos traseiros (reprodução/Internet)
Em carro sem regulagem de altura do encosto de cabeça, não há risco maior de o ocupante se machucar em caso de colisões? – Leonardo Contin da Costa – Florianópolis (SC)
Esse risco é baixo e ainda assim só para quem tiver mais de 2 metros de altura.
Segundo o engenheiro Alessandro Rubio, da Comissão de Segurança Veicular da SAE Brasil, nos modelos sem...
Leia mais
Museu dedicado à imprensa automotiva abre as portas em SP
Espaço está aberto para visitação de quarta a domingo (Brunno Migliorança/Divulgação)
O primeiro espaço dedicado ao jornalismo automotivo já está aberto para visitação.
O MIAU (Museu da Imprensa Automotiva) foi inaugurado oficialmente em São Paulo na última semana.
A ideia partiu de Marcos Rozen, jornalista especializado em automóveis com passagens por grandes veículos de mídia do setor, como a agência AutoData.
...
Leia mais
03 NOV
Vídeo prova que o Volvo 850 é indestrutível
Dar fim a um Volvo é mais difícil do que parece (Reprodução/Youtube)
Os Volvo são conhecidos por serem seguros. Mas um cara resolveu colocar uma 850 Wagon no mesmo rol da Toyota Hilux que sobreviveu a uma demolição e da Kombi que continuou funcionando após ser dobrada por uma árvore: o dos carros indestrutíveis.
Um ferro-velho foi feito de campo de provas para descobrir até onde o caixote sueco resistiria.
O 850 colide forte com...
Leia mais
Clássicos: Ferrari 250 GTE 2+2
A 250 é a primeira Ferrari produzida em larga escala para quatro pessoas (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Para os fãs da Ferrari, poucas edições das 24 Horas de Le Mans foram tão especiais quanto a de 1960. Primeiro pela conquista da prova, vencida pela 250 Testarossa.
Segundo pela aparição do protótipo que deu origem à 250 GTE 2+2, primeira Ferrari de quatro lugares produzida em larga escala.
Apesar de distintas, ambas integravam...
Leia mais