Lançado no final de 2017, o SUV começa 2018 com o maior aumento da linha (Divulgação/Chevrolet) Não foram apenas Onix, Prisma e Cruze que sofreram seus primeiros reajustes de 2018 na Chevrolet. A marca anunciou preço maior também para Cobalt, Spin, Tracker e o recém-chegado Equinox, dono do acréscimo mais alto da linha nos últimos tempos: R$ 6.090. Versão Elite (foto) foi a que mais subiu na gama do sedã intermediário da GM (Divulgação/Chevrolet) Para o Cobalt, apenas as configurações de entrada e topo de linha sofreram aumentos. O LTZ com câmbio manual ficou R$ 1.300 mais caro e agora parte de R$ 66.590, enquanto o Elite começa em R$ 73.890. A versão intermediária, LTZ com transmissão automática, permanece por R$ 68.570. Em todas as versões o Cobalt é equipado com motor 1.8 de 111/106 cv com etanol/gasolina e câmbio de seis marchas, manual ou automático. Para a Spin, a versão Activ (foto) e a LTZ automática passam a ter o mesmo preço inicial (Divulgação/Chevrolet) Apesar de uma iminente reestilização, a Spin continua vendendo muito bem (foram 24.713 unidades emplacadas em 2017, segundo a Fenabrave) e, por isso, não escapou dos reajustes. A minivan não sai por menos de R$ 61.990 na versão de entrada LS, que teve o menor aumento desta turma: R$ 1.150. Curiosa foi a reorganização da linha. Agora, as versões topo de linha LTZ automática e Activ partem do mesmo valor (R$ 76.490), permitindo que o comprador escolha entre o visual recatado e urbano da primeira, ou aventureiro e chamativo da segunda. Apenas a configuração Advantage permaneceu com o preço antigo. Assim como no Cobalt, todas as Spin têm o mesmo motor 1.8 de até 111 cv. Reestilizado há um ano, o Tracker também ficou mais caro para 2018 (Divulgação/Chevrolet) Conhecido por seu bom custo-benefício (especialmente a versão de entrada LT) por trazer um motor 1.4 turbo de até 153 cv com câmbio automático de seis marchas, o Tracker ficou até R$ 2.000 mais caro. Enquanto o LT agora começa em R$ 87.590, o Premier parte de R$ 98.790. Por fim, sobrou até para o Equinox, lançado no final do último mês de outubro. Na ocasião, o SUV chegou por R$ 149.900 e em versão única, Premier – esta que agora custa R$ 155.990. No final de novembro, o modelo passou a ter uma nova configuração de entrada, LT, que já ficou R$ 2.590 mais cara e sai por R$ 137.490. Com motor turbo e tração integral, versão Premier (foto) foi a que mais encareceu (Divulgação/Chevrolet) O utilitário esportivo que chegou para substituir o Captiva é sempre equipado com motor 2.0 turbo de 262 cv e 37 mkgf e câmbio automático de 9 marchas. A configuração LT combina ao conjunto uma tração 4×2, contra a integral da versão mais cara Premier. Veja abaixo como ficaram os novos reajustes:
Fonte:
Quatro Rodas
Modelo
Preço anterior
Preço atual
Aumento
Cobalt LTZ 1.8 MT
R$ 65.290
R$ 66.590
R$ 1.300
Cobalt LTZ 1.8 AT
R$ 68.570
R$ 68.570
–
Cobalt Elite 1.8 AT
R$ 72.490
R$ 73.890
R$ 1.400
Spin LS 1.8 MT
R$ 60.840
R$61.990
R$ 1.150
Spin LT 1.8 MT
R$ 64.450
R$ 65.690
R$ 1.240
Spin LTZ 1.8 MT
R$ 70.990
R$ 72.490
R$ 1.500
Spin LTZ 1.8 AT
R$ 74.990
R$ 76.490
R$ 1.500
Spin Advantage 1.8 AT
R$ 68.670
R$ 68.670
–
Spin Activ 1.8 AT
R$ 74.490
R$ 76.490
R$ 2.000
Tracker LT 1.4 AT
R$ 85.890
R$ 87.590
R$ 1.700
Tracker Premier 1.4 AT
R$ 96.790
R$ 98.790
R$ 2.000
Equinox LT 2.0 AT
R$ 134.900
R$ 137.490
R$ 2.590
Equinox Premier 2.0 AT
R$ 149.900
R$ 155.990
R$ 6.090
Chevrolet aumenta preços de Cobalt, Spin, Tracker e Equinox
Mais Novidades
Toyota confirma híbrido flex e estuda redução de preço do Prius
Motor a combustão da mecânica híbrida poderá rodar com gasolina ou etanol (divulgação/Toyota)
A Toyota confirmou na última terça-feira (23) que faz testes com um modelo híbrido flex no Brasil. Apesar de não ter revelado o nome do veículo, é certo que se trata do Prius, mais vendido de sua categoria no País e no mundo.
O anúncio ocorreu na cerimônia de celebração dos 60 anos da marca no Brasil. Na ocasião, executivos também...
Leia mais
Jeremy Clarkson: a Ferrari GTC4Lusso deveria vir com um pedestal
Tração integral: solução complexa para um problema que não existia (Divulgação/Ferrari)
Eu nunca li a Bíblia. Eu tentei, mas, depois de um tempo, perdi a vontade de viver. E é a mesma coisa com Shakespeare. Você sabe que ninguém vai falar “protejam o perímetro” e, mesmo que alguém dissesse, levaria quatro horas para expressar isso. E você precisaria de um professor por perto para explicar o que eles estavam falando.
Mas,...
Leia mais
Donos de BMW reclamam de problemas com a bomba de combustível
Luyza: aviso de avaria no painel e carro falhando (Raul Mattar/Quatro Rodas)
Em junho de 2015, a BMW anunciou o recall de dez modelos no Brasil por falhas de funcionamento da bomba de combustível, com risco até de desligamento do motor em movimento.
Mas, segundo proprietários, oficinas especializadas e concessionárias, a marca deveria ter incluído na lista outros modelos, como o X1 e o X3, que já teriam apresentado o mesmo...
Leia mais
Jeep pode fabricar SUV menor que o Renegade
Renegade é o menor modelo na Jeep atualmente (Jeep/Divulgação)
A Jeep pode estar prestes a confirmar a produção de um novo modelo. Segundo o chefe da marca, Mike Manley, o veículo seria posicionado abaixo do Renegade – menor carro da marca atualmente.
Se receber luz verde, o jipe “baby” seria destinado à Europa e mercados globais onde compactos vendem bem (EUA estaria fora dos planos), disse Manley à Automotive News.
...
Leia mais
Volkswagen revela data de lançamento da nova geração do Golf
Única imagem oficial do VW Golf mostra linhas similares às do modelo atual (Divulgação/Volkswagen)
A reestilização do Golf ainda nem chegou ao Brasil, mas a Volkswagen já revelou a data de lançamento da oitava geração de seu hatch médio.
A informação ocorreu no primeiro evento relacionado ao novo Golf, em um encontro da empresa com fornecedores.
A fabricante afirmou que o Golf 8 sairá da linha de montagem daqui 75 semanas: ou...
Leia mais
Longa duração: Rede Fiat decepciona na revisão do Argo
Rodízio e filtro de combustível: cobraram pelo dois; não fizeram nenhum, nem outro (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Confiável, o nosso Argo chegou aos 20.000 km com uma pequena lista de pontos a serem corrigidos – ou ao menos verificados.
Quando o hatch foi deixado na concessionária paulistana Ventuno, relatamos os seguintes problemas: certa lentidão na partida do motor após o desligamento ordenado pelo start-stop e funcionamento...
Leia mais


