Mitsubishi Lancer é um dos poucos carros equipados com dobradiças pantográficas (Marco de Bari/Quatro Rodas) Qual a vantagem da dobradiça pantográfica no porta-malas? – Vanderson Spinelli, Cotia (SP) Sua principal virtude é não ocupar o compartimento de bagagens quando o porta-malas está fechado, ao contrário da tradicional estrutura “pescoço de ganso”. Essa não é sua única vantagem. Uma série de partes articuladas permite que a tampa do porta-malas mude de ângulo em relação à carroceria conforme é movimentada. Isso possibilita, por exemplo, que a tampa abra o suficiente para facilitar o acesso ao porta-malas sem que sua parte mais alta supere o teto do carro. Entretanto, sua estrutura mais complexa tem um custo maior e pode provocar mais ruídos, por conta do maior número de componentes. Mesmo custando mais de R$ 120.000 na versão Touring, o Civic tem dobradiças convencionais (Christian Castanho/Quatro Rodas) A maioria dos sedãs vendidos no Brasil não dispõem de dobradiças pantográficas, inclusive veículos que custam mais de R$ 100.000 – como Honda Civic e Toyota Corolla. As hastes não só tomam espaço do compartimento de bagagens como podem amassar objetos menos resistentes. Alguns carros perderam as dobradiças pantográficas na transição entre gerações. Nissan Sentra e Ford Focus Sedan/Fastback são dois exemplos. Outros modelos possuem o pescoço de ganso, mas as hastes ficam protegidas por um compartimento – o que não impede de roubar o espaço do porta-malas mesmo assim. Aqui se enquadram modelos como Citroën C4 Lounge, Ford Fusion e VW Passat. Dobradiças articuladas do Peugeot 408 não invadem porta-malas (Marco de Bari) Apenas Mitsubishi Lancer, Peugeot 408 e Ford Ka Sedan (anteriormente chamado Ka+) saem de fábrica com o equipamento.
Fonte:
Quatro Rodas
Item é raridade entre os sedãs
Quais as vantagens da dobradiça pantográfica no porta-malas?
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