Centro de recuperação de peças: com procedência legal (Divulgação/Internet) A regulamentação do Seguro Auto Popular e das autopeças recondicionadas abriu um novo mercado no Brasil, mas trouxe a reboque receios e inseguranças para o cliente. Quais itens reaproveitados podem ser usados e como ter certeza da procedência são algumas das dúvidas que pairam no ar. O diretor de segurança veicular da AEA, Marcio Azuma, esclarece as principais incertezas sobre esses componentes recondicionados. Obviamente o principal atrativo dessas peças está nos valores cobrados, de 35% a 50% mais baixos que os dos similares zero-km. Se o carro tem mais de quatro anos de uso e está fora da garantia, o custo-benefício compensa, uma vez que o veículo também já está desvalorizado. Para quem optou pelo seguro popular, fique atento ao que o contrato prevê. As apólices dessa modalidade são de 30% a 50% mais baratas que as do seguro tradicional porque, entre outras coisas, preveem o uso de peças seminovas ou genéricas (estas são novas, mas de fabricação independente). Se a seguradora der a opção da genérica similiar à original, dê preferência a ela, pois oferece a vantagem de ser um item zero-km. Tenha em mente que peça recondicionada é de segunda mão e, em geral, não tem garantia extensa. E, por mais que tenha sido reparada e possua certificado de procedência, tende a ter vida útil menor. “No desenvolvimento de vários componentes, são feitos testes de durabilidade que simulam as intempéries. No caso de peças recuperadas, não sabemos o uso passado”, explica Azuma. Revisão da revisão: toda manutenção é vistoriada (Acervo/Quatro Rodas) Veja se há o selo previsto na Resolução 611 do Contran, de maio de 2016, que regulamentou o desmanche dos carros. Ela exige que a peça tenha “gravação indelével, de forma a permitir a rastreabilidade de todas as etapas do processo de desmontagem”. Assim, deve haver a etiqueta com código de barras, brasão e símbolo do estado de origem e QR Code, pelo qual o cliente, por um aplicativo, verifica a procedência da peça. O selo deve ter ainda a descrição da peça e sua classificação por cores: verde (automóvel e comercial leve), azul (ônibus), vermelho (caminhão) e laranja (moto). E guarde as notas fiscais. “Para veículos que utilizarem peças usadas via seguro, deve-se ter a lista dos itens utilizados, pois é assegurado, em cláusula, que eles são provenientes de estabelecimentos segundo a legislação”, diz Azuma. A resolução do Contran proíbe a utilização de peças de segurança recuperadas. Itens como freios, amortecedores (e até volantes com airbags), entre outros que incidem diretamente na segurança veicular, não podem ser usados nos consertos quando reaproveitados.
Fonte:
Quatro Rodas
Preço é tudo?
Desvantagens
Olho na etiqueta
Segurança
As vantagens e desvantagens de comprar peças usadas
Mais Novidades
Crise é penalidade dura para mercado de carros no Brasil, diz Ghosn
A queda nas vendas de veículos no Brasil também é assunto no Salão de Tóquio. Nesta quarta-feira (28), o presidente mundial da Renault Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, lamentou a baixa no mercado onde o grupo "investiu tanto". Para ele, o setor vai se recuperar, mas não enquanto a crise política durar. "Até haver uma esperança nítida de que as pessoas estejam trabalhando juntas para sair dessa armadilha em que o Brasil está, vamos ver este mercado onde está hoje ou um pouco...
Leia mais
Honda Clarity e Toyota Mirai disparam na 'corrida' do carro a hidrogênio
O Salão de Tóquio, aberto nesta quarta-feira (28) para a imprensa, aponta que um dos combustíveis do futuro poderá ser o hidrogênio. E, apesar de não serem as únicas a terem a tecnologia, Honda e Toyota, as duas maiores montadoras japonesas, saem na frente nesta "corrida". O Clarity Fuel Cell, da Honda, começa a ser vendido no Japão em março de 2016, para empresas e governo, por cerca de R$ 246 mil. De acordo com a fabricante, ele terá capacidade para andar até 700 quilômetros...
Leia mais
Volkswagen sofre 1º prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos
A Volkswagen divulgou nesta quarta-feira (28) o primeiro prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos, impactada pelos custos relacionados ao escândalo de fraude em testes de emissões de poluentes de motores a diesel, segundo a agência Reuters. SALÃO DE TÓQUIO Japoneses antecipam o futuro fotos minuto a minuto ...
Leia mais
Yamaha aposta em 'robô-motoqueiro' e carro esportivo no Salão de Tóquio
A Yamaha revelou no Salão de Tóquio 2015, nesta quarta-feira (28), um projeto de robô capaz de pilotar moto de forma autônoma. SALÃO DE TÓQUIO Japoneses antecipam o futuro fotos minuto a minuto 'robô-motoqueiro' nissan ids concept ...
Leia mais
Nissan IDS é carro autônomo que recolhe volante e anda sem motorista
A Nissan revelou nesta quarta-feira (28), no Salão de Tóquio 2015, o IDS Concept. SALÃO DE TÓQUIO Japoneses antecipam o futuro fotos minuto a minuto 'robô-motoqueiro' nissan ids concept vídeos:...
Leia mais
Land Rover lança Discovery Sport diesel a partir de R$ 218.100
A Land Rover anunciou nesta terça-feira (27) a chegada das versões a diesel do Discovery Sport, a partir de R$ 218.100. O motor é o 2.2 de quatro cilindros. São 190 cavalos e 43 kgfm de torque. O câmbio é o mesmo automático de nove marchas que equipa as configurações a gasolina. GUIA DOS SUVs Tudo sobre os principais modelos guia dos suvs ...
Leia mais