Novidades

19 OUT
Novo Audi A7 mostra que o futuro está próximo

Novo Audi A7 mostra que o futuro está próximo

Segunda geração do Audi A7 reforça a vocação esportiva do modelo (Divulgação/Audi)

Extravagâncias visuais e tecnológicas ainda marcam o mundo dos carros-conceito, mas não estão mais tão distantes da vida real como pensamos. Prova disso é a nova geração do Audi A7, mais tecnológica do que nunca, com direito a lanternas com iluminação dinâmica e interior que dispensa quase todos os botões físicos.

A forte personalidade do modelo é outro ponto alto do modelo previsto para chegar aos EUA apenas no final de 2018.

Traseira é marcada pelas lanternas inteiriças, como no grande A8 (Divulgação/Audi)

Embora herde grande parte dos aparatos tecnológicos do novo A8, ainda assim o A7 impressiona. Os destaques high tech ficam com os conjuntos de iluminação externos e a interatividade multimídia do interior.

Por fora, as lanternas que tomam toda a extensão da traseira têm luzes de leds dinâmicas, que correm pela peça ao serem acionadas (não apenas nos indicadores de direção, como em grande parte da linha Audi atual).

Na dianteira, os faróis também abusam dos leds e repetem os traços verticais sublinhados das lanternas. Eles, porém, utilizam led matrix na luz baixa e laser para o facho alto.

Luzes dinâmicas fazem com que o A7 seja confundido com um carro-conceito futurista (Reprodução/Web)

Com tanta tecnologia, a carroceria do A7 fica completa com seu visual esportivo reforçadas pelas grandes aberturas na dianteira e a clássica linha do teto que faz dele um grande sedã de aspecto cupê.

As rodas variam de tamanho de acordo com a versão e podem chegar a 21 polegadas.

Por dentro, mais tecnologia. O quadro de instrumentos digital é o já conhecido Virtual Cockpit com tela de 12,3 polegadas com alta resolução que reproduz, além dos dados clássicos de um quadro de instrumentos, informações de GPS e de música.

No centro do painel, outra tela de 10,1 polegadas é responsável pelos comandos principais do sistema multimídia, acompanhada de um sistema de som da grife BangeOlufsen.

Embora parecido com o do A8, interior do A7 tem personalidade e traços mais esportivos (Divulgação/Audi)

Logo abaixo, como nos Land Rover mais recentes, mais uma tela 8,6 polegadas sensível ao toque apresenta os comandos do ar-condicionado e pode se transformar em um teclado ou em um bloco de notas para a escrita de telefones e endereços.

Com tantas telas, fica difícil encontrar botões físicos ? até os comandos de pisca-alerta, desembaçadores de vidros, ESP e faróis são sensíveis ao toque. Teto solar panorâmico, bancos dianteiros com aquecimento e massageadores e sistema de aromatização da cabine estão no pacote.

Painel é marcado por três telas de alta resolução: uma no quadro de instrumentos e duas ao centro (Divulgação/Audi)

E não para por aí. O A7 chega equipado também com um scanner a laser, cinco radares, cinco câmeras e 12 sensores ultra-sônicos para auxiliarem na segurança de itens como piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa, estacionamento semi-autônomo, leitura de placas de trânsito, além de outros mais sofisticados, como estacionamento remoto pela chave e comunicação com outros Audi.

É na mecânica e na construção que o A7 guarda suas particularidades em relação ao A8. Com grande quantidade de alumínio em sua construção, o A7 tem direção e suspensão projetados para uma condução mais esportiva.

Entre outros aparatos, os discos de freios dianteiros podem ter até 15,7 polegadas, as rodas traseiras podem ser esterçantes para reduzir o diâmetro de giro e a suspensão pode ter quatro ajustes diferentes: padrão, adaptativo, pneumática e esportiva (que rebaixa a carroceria em 10 mm).

Principal característica do A7, formato de cupê permanece na segunda geração; medidas foram discretamente reduzidas (Divulgação/Audi)

Vale destacar também as reduções de algumas medidas do modelo em relação ao anterior, por menores que elas sejam. No comprimento, o modelo agora chega aos 4,969 metros (contra 4,974 do anterior), enquanto a largura passou de 1,911 para 1,908 metro. O entre-eixos cresceu e agora tem 2,926 metros.

Para o lançamento, o A7 chega com apenas uma opção de motor e nova nomenclatura. O V6 3.0 a gasolina com 345 cv e 50,1 mkgf é acompanhado por um motor elétrico de 48 volts que não tem pretensões de fazer do A7 um híbrido, mas apenas auxiliar em determinadas situações ? que resultam também na economia de combustível.

Sempre com motor V6 3.0, modelo vai de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos de acordo com a Audi (Divulgação/Audi)

Diferentemente do A8, o A7 permanece equipado com uma transmissão de dupla embreagem com sete marchas (contra a automática de oito do modelo maior).

Sempre com tração integral, o sedã vai de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos, de acordo com a marca. A velocidade máxima é limitada a 250 km/h. Futuramente outras opções de motorizações serão oferecidas, assim como a versão superesportiva RS 7.

Lanternas inteiriças aumentam, visualmente, a largura do modelo (Divulgação)

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

05 FEV
Novo Ford Ka europeu é mais seguro e equipado que o nacional

Novo Ford Ka europeu é mais seguro e equipado que o nacional

O pacote de mudanças na dianteira ficou menos chamativo nas versões comuns do novo Ka+ (Divulgação/Ford) Enquanto a filial brasileira ainda faz mistério em torno do novo Ka, o braço europeu da Ford revelou visual especificações técnicas e preços que o compacto terá no velho continente. O visual igual à versão aventureira Freestyle (que acaba de ser apresentada por aqui, mas sem informações sobre o interior ou as... Leia mais
05 FEV
Não assopre o bafômetro e receba multa de quase R$ 3.000

Não assopre o bafômetro e receba multa de quase R$ 3.000

– (Reprodução/Internet) Infração gravíssima no valor de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses. Essas são as penalidades de quem é flagrado dirigindo sob efeito de álcool. Porém não são apenas condutores embriagados que podem ser penalizados. O motorista parado em uma blitz que se recusa a assoprar o bafômetro também pode ter de arcar com as mesmas sanções. Nesse caso, o policial pode autuar o motorista com base no... Leia mais
05 FEV
Teste: Kia Stinger, para quem quer se divertir ao volante

Teste: Kia Stinger, para quem quer se divertir ao volante

Aberturas enormes dão o tom ameaçador à dianteira (Christian Castanho/Quatro Rodas) A primeira impressão é a que fica. E a que se tem ao conhecer o Stinger, lançamento da Kia previsto para estrear no segundo semestre de 2018, é das melhores. Na dianteira, são tantas (e enormes) tomadas de ar que a área física de para-choque propriamente dita chega a ser pequena. No perfil, nem as rodas aro 19 atraem tanto o olhar quanto a... Leia mais
03 FEV
Novo Mercedes Classe A tem motor Renault e usa eixo de torção

Novo Mercedes Classe A tem motor Renault e usa eixo de torção

Faróis triangulares repetem visual que estreou no novo CLS (Divulgação/Mercedes-Benz) A Mercedes-Benz revelou o novo Classe A com um pacote enorme de novidades, que vão muito além do visual ousado. O modelo é o primeiro da marca a receber a nova interface multimídia MBUX, que usa inteligência artificial para tornar a interface entre homem e máquina mais amigável. Outras novidades, porém, podem não impressionar os entusiastas, como... Leia mais
02 FEV
Grandes Brasileiros: Chevrolet Astra GLS, sucessor do Kadett

Grandes Brasileiros: Chevrolet Astra GLS, sucessor do Kadett

A grade é a dos Vauxhall ingleses, mas com a gravata da Chevrolet (Christian Castanho/Quatro Rodas) Lançado na Alemanha em 1984, o Chevrolet Kadett chegou ao Brasil cinco anos depois, pouco antes da abertura do mercado aos importados. Era o nacional mais atual, superior ao único rival, o Ford Escort. Fez muito sucesso e, por um breve período, passou a dividir espaço com seu sucessor europeu: o Astra. Após cinco anos, o Kadett já não... Leia mais
02 FEV
Impressões: BMW M5, mais divertido do que nunca

Impressões: BMW M5, mais divertido do que nunca

Grade dupla e faróis arrebatadores: tradição BMW (Divulgação/BMW) “Sempre dissemos que a tração nas quatro rodas poderia ser interessante, desde que respeitando os valores de precisão e agilidade, que são a essência da M”. Foi assim que Frank van Meel, chefe da divisão BMW M, defendeu a aplicação do sistema xDrive no novo M5, em detrimento da tração apenas nas rodas traseiras, usada até então. Detalhe do M5... Leia mais